um investimenTO PARA

você ganhar com

a retomada global

Quando eu e meus colegas de faculdade pleiteávamos uma bolsa para estudar no exterior, boa parte deles buscava cursos nos Estados Unidos.

Não se importavam com a faculdade – se fosse uma das “Ivy League”, que estão entre as melhores do mundo, que sorte! Mas poderia ser qualquer uma, mesmo que de menor relevância. Também não se preocupavam com a cidade em que morariam – se em Monowi, no interior do Nebraska, ou na cosmopolita Nova York.

Para mim, a bolsa era coisa séria. Eu sabia que estudar fora não era tarefa simples, e me inscrever para uma faculdade nos Estados Unidos poderia significar não conseguir a vaga, já que o processo de seleção ali era demasiadamente concorrido (meus amigos que o digam).

Foi a oportunidade perfeita para eu me desapegar do que a maioria queria e arriscar a sorte no Velho Continente. Na época, como só falava inglês, decidi tentar uma vaga numa universidade do Reino Unido. Não deu outra: passei no processo seletivo, juntei os meus trapos e parti rumo à Terra da Rainha.

Não me arrependo nem um pouco da minha escolha. Morar na Europa significou viver uma verdadeira explosão cultural – peguei ônibus, trens, voos low-cost, tudo para visitar o máximo de países que conseguisse.

Do Mar do Norte ao Mediterrâneo, no total, foram dez países visitados. Saldo positivo, na certa!

Assim como os Estados Unidos foram o frenesi dos meus colegas de faculdade, as empresas norte-americanas têm atraído a maioria dos brasileiros e brasileiras interessada nos investimentos globais.

Afinal, por muito tempo, essa era única alternativa de investimento estrangeiro na Bolsa e, convenhamos, lá estão muitas das empresas mais atraentes e lucrativas do mercado mundial.   Mas as coisas mudaram, e hoje conseguimos identificar no mapa-múndi outras opções interessantes, como essa que quero convidar você a conhecer. Por coincidência, ela fica no mesmo continente que desbravei durante o meu intercâmbio. 

Mas, antes de tudo…

Muito prazer! Meu nome é Felipe Arrais e, apesar de a minha primeira escolha ter sido a Engenharia, trabalho com finanças desde 2015, quando comecei a prestar consultoria sobre investimentos por conta própria para familiares e amigos.

Um desses amigos dividia apartamento com o André Gradim, diretor de Marketing da Spiti. Foi em um dos seus aniversários que tive a oportunidade de conhecer Luciana Seabra, a “rainha dos fundos” e fundadora da Spiti.

Naquela noite, passei a festa inteira conversando com a Luciana sobre investimentos (e não me preocupando em socializar com absolutamente ninguém na festa). Foi aí que percebi que, talvez, o mercado financeiro poderia ser o meu próximo destino profissional.

Não deu outra. Trabalhei em outra casa de análise por um tempo, onde fui responsável por estruturar o setor global, criando fundos internacionais voltados ao investidor de varejo.

Hoje, estou na Spiti ao lado de uma equipe excepcional, carregando a bandeira da internacionalização dos investimentos, nicho ainda inexplorado por muitas pessoas no Brasil.

Aliás, você já conhece a Spiti?

No segundo semestre de 2019, Luciana Seabra assinou um memorando de entendimentos com Guilherme Benchimol (CEO da XP Inc.) para criar uma empresa cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acertos para você, em uma linguagem acessível, sem os vícios do vocabulário do mercado financeiro.

Assim nasceu a Spiti, cujo nome, em grego, significa “casa”. Aqui nós falamos de dinheiro de forma simples e direta, sem frescura nem rodeios e, principalmente, sem exageros.

Luciana fez um acordo com o Guilherme de que nós teríamos independência total para continuar recomendando apenas os produtos em que acreditamos, não importa de que gestora ou corretora. 

Era o que faltava para a XP Inc. complementar a gama de serviços já oferecidos: uma casa de análise independente, que ajude as pessoas a investir melhor para transformar as suas vidas.

Quem paga pelo nosso trabalho?

Os assinantes das nossas publicações. Nunca recebemos nada pelos produtos que recomendamos.

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Depois, você fica à vontade para decidir se assina ou não nossas séries de relatórios.

Agora que você nos conhece um pouco melhor, vamos falar sobre investimentos globais?

Não defendo que você coloque todos os seus recursos fora do Brasil. Eu mesmo não faria isso. Acredito no potencial de crescimento das empresas nacionais e nas oportunidades de retorno dos investimentos por aqui (não teria voltado de Londres se não confiasse nisso).

Investir no exterior é, na verdade, uma forma de diversificar e ter acesso a mercados maiores e empresas mais consolidadas, como as gigantes norte-americanas. Se expor ao mercado estadunidense significa estar atrelado a marcas sólidas e a uma moeda forte (o nosso fragilizado real que o diga) – e ainda é uma recomendação que todos os maiores gestores do mundo fazem.

Mas, como eu disse – e como o seu professor ou professora de Geografia deve ter ensinado –, é só cruzar o Oceano Atlântico e você verá um novo (velho) mundo com outras opções tão interessantes quanto.

Mas Felipe, por que devo investir na Europa?

Para dizer o mínimo, 2020 foi um ano complexo. Apesar da forte recessão que enfrentamos globalmente, em razão da pandemia de Covid-19, vimos que a maioria dos índices de ações fecharam o ano passado no positivo. Curioso, né?

No continente europeu, contudo, a realidade foi um pouco diferente.

Em se tratando de PIB, a zona do euro caiu quase 7% em 2020 – mais do que o dobro da queda do índice nos Estados Unidos ou na média mundial. Os lucros corporativos também despencaram, quase 30%, também mais do que o dobro da queda de lucros registrados pelas empresas norte-americanas.

Uma boa notícia: depois da tempestade vem a calmaria

Quando temos quedas tão intensas nos mercados, é esperada, no momento da recuperação, uma oportunidade para se obter retornos mais expressivos. 

A boa notícia é que, apesar da luta contra o coronavírus e suas (milhares de) adversidades, o mundo está se alinhando para voltar a crescer. Aliás, o continente europeu já apresenta previsões de uma forte recuperação dos lucros e do PIB. Veja só:

Fonte: J.P. Morgan Asset Management. Adaptação: Spiti

A perspectiva de forte recuperação aparece em diversos outros indicadores, como massa salarial, confiança dos investidores, índices de atividade industrial e de desemprego.

Esses fatores combinados entre si têm um potencial de destravar um valor que já está há um bom tempo represado e que foi ainda mais prejudicado com a pandemia.

Vamos falar um pouco mais sobre esse tal “represamento”?

Depois do colapso financeiro de 2008 nos EUA, popularmente conhecido como “a crise do subprime”, iniciamos uma década em que as ações do setor de tecnologia tiveram um desempenho espetacular. Esse fenômeno colaborou para que houvesse um dos maiores deslocamentos históricos entre os índices de ações norte-americanas, onde essas empresas despontavam, e europeias, que seguia em setores tradicionais, como financeiro, de commodities, consumo essencial, saúde e indústria.

Observe no gráfico abaixo que, até janeiro de 2010, os mercados da Europa e dos Estados Unidos andavam no mesmo ritmo, quase colados. A partir do início da década, no entanto, o índice norte-americano (neste gráfico, o S&P 500) decola, abrindo uma “boca de jacaré” entre ele e o índice europeu.

Fonte: Bloomberg e Spiti

Mas a conjuntura global atual favorece um período de retomada, que daria ensejo a um bom desempenho dos setores de valor cíclico – commodities e financeiro – muito bem representados nos índices europeus de ações.

Com isso, espera-se que essa “boca de jacaré” comece a se fechar, ou seja, que haja um movimento de equiparação.

Tem mais: os europeus são pioneiros nas práticas ESG.

O que significa isso, Felipe?

Os critérios ESG – sigla em inglês para ambiental, social e governança corporativa – têm  dominado a cena internacional, sendo cada vez mais relevantes para o mundo dos investimentos.

Na Europa, as empresas iniciaram um processo de adequação às práticas ESG muito antes de suas concorrentes em outras regiões.

Tudo indica que 2021 é um ano promissor para investimentos sustentáveis, que têm deixado de ser uma bandeira ativista e têm ganhado o coração de governantes e pessoas preocupadas com o futuro do planeta. Nesse sentido, a Europa novamente sai na frente.

Agora, quer saber como você pode navegar em mares europeus?

Para investir, recomendo uma exposição ampla ao mercado europeu por meio do ETF iShares Core MSCI Europe que, diferentemente do seu “irmão” iShares MSCI Europe, tem exposição, também, a empresas de menor porte, consolidando um índice mais amplo, com cerca de 1.400 empresas.

No mercado brasileiro, temos o BDR do ETF iShares Core MSCI Europe com o ticker BIEU39, que pode ser comprado no home broker de sua corretora. Mas, se você prefere adquirir seus ativos diretamente no exterior por meio de uma corretora estrangeira, fique à vontade para fazê-lo – o ticker do ETF lá fora é IEUR.

Composição do ETF

Abaixo, vemos a composição setorial do índice, que exemplifica o que falamos lá em cima: grande parte dele é dominada pelos setores financeiro, de indústria, saúde e consumo. Em contrapartida, há uma pequena exposição ao setor de tecnologia.

Fontes: BlackRock e Spiti

Embora empresas britânicas e francesas dominem o índice, há uma diversificação geográfica, com a inclusão de ações de inúmeros países com diferentes moedas. O ativo não faz hedge cambial, portanto, teremos exposições de moedas como o euro, libra, coroa norueguesa e franco suíço contra o dólar.

Veja abaixo a exposição geográfica do índice:

Fontes: BlackRock e Spiti

Entre as companhias, o maior peso é em Nestlé, marca suíça que todo amante de chocolate no mundo conhece. Também há outras muito conhecidas por aqui, como Unilever, Allianz, HSBC e AstraZeneca (que ficou famosa recentemente pela vacina contra o novo coronavírus).

Fontes: Bloomberg, Blackrock e Spiti

Um breve resumo técnico da embarcação europeia: 

O ETF está listado na Bolsa de Nova York, a New York Stock Exchange (NYSE Arca), e possui cerca de US$ 4,2 bilhões de patrimônio. Veja a seguir um resumo com as suas principais informações:

Navegar é preciso, e diversificar também

Quando você divide a alocação dos seus recursos em uma gama maior de aplicações, você protege seu capital contra possíveis perdas. Quanto maior a diversificação na sua carteira, menos volátil ela será. Isso também vale para o investimento no exterior. É recomendável variar não apenas empresas, mas mercados, países e moedas.

Antes de nos despedirmos (só por enquanto!)

Não sei quando poderemos viajar, de fato, com segurança. Não vejo a hora de voltar ao Velho Continente (eu já tinha até passagens compradas quando a pandemia estourou) e desbravá-lo novamente.

Mas, por enquanto, podemos fazer isso com a alocação de nossos recursos. Espero ter outras oportunidades para ajudar você a explorar o mapa-múndi dos investimentos globais. Conte comigo e com os meus colegas da Spiti para isso.

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Um abraço,

Felipe Arrais

<strong>Felipe Arrais</strong>
Felipe Arrais

é analista CNPI, especialista em investimentos globais da Spiti. Engenheiro de Gestão e bacharel em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC, além de engenheiro mecatrônico pela Middlesex University London, atua desde 2015 no mercado financeiro ajudando pessoas físicas como consultor financeiro autônomo e, posteriormente, como analista de fundos de investimento. Foi um dos pioneiros no trabalho de pesquisa independente de fundos globais no Brasil, tendo sido responsável pela criação da carteira de um dos primeiros fundos de fundos globais voltado ao investidor de varejo. Hoje, na Spiti, carrega a bandeira da internacionalização dos investimentos, nicho ainda muito inexplorado por investidoras e investidores brasileiros.


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Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

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Até mais!

Luciana Seabra e Spiti


Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Instrução CVM nº 598, de 3 de maio de 2018, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.