UMA EMPRESA DO SETOR DE SAÚDE

PARA VOCÊ INVESTIR AGORA

Em 1977, o bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, foi palco do início de uma história de muito sucesso: Jorge Moll Filho, cardiologista carioca, fundava o Grupo Labs, uma rede de clínicas de medicina diagnóstica.

Aquela foi apenas uma sementinha de algo muito maior. Ela se transformou no que hoje conhecemos como Rede D’Or – a maior rede de hospitais privados do Brasil.

É claro que isso não aconteceu da noite para o dia.

Durante aproximadamente dez anos, o Grupo Labs avançou na tecnologia da medicina diagnóstica, bem como expandiu suas clínicas para outros bairros da Cidade Maravilhosa. Mas foi em 1998 que tudo mudou, quando inauguraram o Hospital Barra D’or, expandindo suas atividades e mudando os conceitos de hotelaria e arquitetura hospitalar.

Percebendo a falta de bons hospitais particulares na zona sul do Rio de Janeiro e o déficit de leitos, Moll teve a ideia de transformar o Copa D’Or – hotel quatro estrelas em Copacabana, que estava sendo vendido – em um hospital.

Para quem achava que médicos e médicas não podem se aventurar no mundo dos negócios, Jorge Moll Filho está aí para desmentir essa ideia.

O Barra D’or e o Copa D’Or foram os primeiros hospitais da companhia. Depois deles, muitos outros os seguiram, no Rio de Janeiro e Brasil afora. Hoje, os “D’Ors” estão espalhados em nove estados e prometem ir além.

Histórias como essa me fazem pensar que a construção do nosso patrimônio segue a mesma lógica – aos poucos, “tijolinho por tijolinho”, como foram edificados os hospitais da Rede D’Or.

Tempo é um fator importante, mas a diversificação também entra nessa conta. A expansão pelos bairros do Rio de Janeiro e, depois, para os outros estados brasileiros, mostram que colocar o pé em diferentes territórios pode ser muito bom.

Para a nossa carteira de investimentos, vale a mesma lógica – composição diversificada de ativos é o que garante segurança e rentabilidade.

Por isso, estou aqui para contar para você, mais profundamente, a história dessa empresa, e dar alguns motivos para você considerá-la como “ativo diversificador” do seu portfólio de investimentos.

Hoje vamos falar sobre a RDOR3, a ação da Rede D’Or, a melhor opção na bolsa no setor de saúde.

Mas, antes de tudo, muito prazer!

Meu nome é Aline Tavares, responsável pela área de análise de ações da Spiti.

Nasci em Niterói e sou economista formada pela Universidade Federal Fluminense. Depois da faculdade, cursei um MBA em Finanças no IBMEC-RJ e outro em Gestão de Investimentos na PUC-Rio.

No ano passado, topei o desafio de integrar uma equipe extremamente qualificada e com um propósito muito nobre: o de batalhar para que qualquer pessoa possa investir melhor.

É aqui na Spiti que tenho contribuído para a educação financeira de todas e todos que cruzam o nosso caminho.

Você já conhece a Spiti?

Em 2019, Luciana Seabra reuniu 40 pessoas em torno do mesmo propósito para construir uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos.

Assim surgiu a Spiti, que significa “casa” em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, seja qual for a gestora ou corretora. Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

Somos independentes porque quem paga pelo nosso trabalho são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português.

Você não está pagando nada por este conteúdo.

Agora que você nos conhece melhor, vamos fazer alguns exames?

Raio X: Rede D’Or

Quando foi fundada em 1977 por Jorge Moll Filho (atual presidente do Conselho de Administração), o foco da empresa era a medicina diagnóstica, com exames de ultrassonografia, ecocardiograma e corpo médico exclusivamente direcionado a essas especialidades.

A partir deste século, os investimentos na área hospitalar e em clínicas oncológicas se tornaram os principais focos da empresa. Para se ter uma ideia, de 2007 a 2020, a Rede D’Or adquiriu 40 hospitais, além de 35 clínicas oncológicas e 21 centros de diagnóstico e terapia.

No final do ano passado, a companhia abriu capital e marcou uma nova era no segmento de saúde.

Para se ter noção do tamanho da operação, este foi o terceiro maior IPO (Initial Public Offering ou, em português, Oferta Inicial de Ações) da história da Bolsa brasileira, ao movimentar o montante de R$ 11,39 bilhões, ficando atrás apenas do IPO do Banco Santander em 2009 (R$ 13,2 bilhões) e da BB Seguridade em 2013 (R$ 11,475 bilhões).

Hoje, a Rede D’Or administra a maior rede de hospitais privados e clínicas hospitalares no Brasil, e conta com 54 hospitais próprios, 1 hospital administrado, mais de 45 clínicas oncológicas, além de atuar em serviços complementares como banco de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

E os primeiros três meses deste ano apenas ajudam a confirmar a saúde financeira da empresa – a Rede D’Or registrou um lucro líquido recorde de R$ 402,4 milhões. O resultado foi impulsionado pelo aumento da taxa de ocupação média dos leitos, bem como pelo aumento da quantidade de leitos operacionais (após duas aquisições que foram concluídas no primeiro trimestre), e elevação do tíquete médio.

Além disso, a Rede D’Or está listada no Novo Mercado da B3, o maior nível de governança corporativa da Bolsa de Valores brasileira, obedecendo aos mais rígidos padrões.

A família Moll é ainda a acionista controladora, e membro ativo tanto do Conselho como da equipe de administração, sem planos conhecidos de se desfazer de sua participação ou deixar as funções de liderança da companhia.

Diagnóstico: saudável.

Agora faremos uma tomografia computadorizada, para obter uma imagem geral do setor de saúde brasileiro.

1. Situação demográfica brasileira


Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), até 2060, pessoas com mais de 60 anos representarão cerca de 15% da população total do Brasil.

Veja só a diferença entre a pirâmide etária em 2010 e a projeção para 2050:

Fontes: IBGE, Rede D’Or e Spiti

Bem diferente, não é mesmo?

Para você ter uma ideia, em 1940, uma pessoa ao completar 50 anos tinha uma expectativa de vida de mais 19,1 anos. Já em 2019, essa expectativa aumentou para 30,8 anos.

O envelhecimento da população gera maiores gastos com saúde – as frequências de internações hospitalares se tornam mais comuns, por exemplo. O gráfico abaixo mostra o aumento dessas despesas por faixa etária entre a população brasileira.

Fontes: Rede D’Or, OCDE e Spiti

2. Déficit de leitos hospitalares


O nosso país tem uma grande demanda não atendida por leitos hospitalares privados. Em 2019, atingimos a marca de 1,95 leitos hospitalares para cada 1.000 habitantes – inferior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (que é de 3 a 5 leitos a cada 1.000 habitantes), e inferior a países desenvolvidos como Japão e Alemanha (e mesmo aos nossos vizinhos latino-americanos, Argentina, Chile, Peru e México).

Veja abaixo a série histórica de densidade de leitos no Brasil, medida em leitos/1.000 habitantes:

Fontes: Federação Brasileira de Hospitais, Rede D’Or e Spiti
Fonte: Federação Brasileira de Hospitais, Rede D’Or e Spiti

3. Demanda crescente por planos de saúde privados


Outro indicador interessante da nossa “tomografia” é a maior aderência por brasileiros e brasileiras aos planos de saúde privados.

Percebemos que há uma preferência da população por contratar este serviço – mesmo que seja o mais barato – e mantê-lo, a fim de evitar custos desnecessários de saúde, ou mesmo pela falta de atendimento especializado no setor público.

As receitas dos hospitais privados, como os administrados pela Rede D’Or, provêm essencialmente das operadoras de planos de saúde. O número de pessoas com cobertura de plano atingiu o pico em 2014 e começou a diminuir até 2017, mas tem se estabilizado desde então, apesar do crescimento da população.

Como esse indicador está diretamente ligado à taxa de desemprego do país – ou seja, quanto menor for o desemprego, maior será a aderência aos planos privados de saúde, uma melhora na economia pode significar uma adesão ainda maior a esse tipo de serviço.

Uma vantagem da Rede D’Or é que a empresa opera no topo do segmento hospitalar, no qual clientes com planos de saúde de média a alta renda são o foco. Por isso, ela é mais resiliente às crises econômicas.

Fontes: ANS, IBGE e Spiti

Os tratamentos – quimioterapia, radioterapia, hemodiálise e transfusões – são o segmento que mais cresce (lembrando que a Rede D’Or é líder de mercado em oncologia).

Diagnóstico: o mapeamento mostra um potencial enorme para quem quer investir no setor, e o plano de expansão da Rede D’Or vem ao encontro dessa demanda.

Apesar de a Rede D’Or já ser líder, entendemos que ainda possui potencial para consolidação do setor em que atua. Atualmente, a empresa está presente nos estados de São Paulo, no Rio de Janeiro, Distrito Federal, na Bahia, no Maranhão, em Pernambuco, Sergipe, no Paraná e Ceará, enquanto 78% da receita da companhia vem apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. É claro que há bastante market share para a empresa se consolidar nas regiões onde atua – e nas que ainda não atua.

Por isso, possui um robusto plano de crescimento orgânico, com 11 novos hospitais sendo construídos até 2024 e 21 projetos de expansão dos hospitais atuais, somando um total de 5,3 mil leitos, com investimento de R$ 7,7 bilhões.

A maior parte dos novos leitos (55%) são brownfield (empreendimentos já existentes que são adquiridos e expandidos pela Rede D’Or), localizados majoritariamente no estado de São Paulo (49%) e Rio de Janeiro (30%). Mas há também os greenfields (empreendimentos construídos “do zero”).

Além disso, a empresa detém uma fatia significativa do mercado nas cidades onde atua, às vezes controlando o único hospital privado da localidade. Com os projetos de expansão, alcançará uma participação ainda maior de mercado.

Expansão e participação de hospitais privados

Fontes: Rede D’Or e Spiti

Durante o quarto semestre de 2020, a companhia anunciou aquisições de outros quatro hospitais, que somam 466 leitos. No final do ano, as aquisições estavam em diferentes estágios de formalização, mas, quando incorporadas à Rede D’Or, elas adicionarão 1.503 leitos no total.

Não dá para negar que o plano de expansão é ambicioso – e, de fato, um ótimo remédio para tratar as deficiências que encontramos na tomografia do setor de saúde brasileiro.

Com mais hospitais e clínicas, a Rede D’Or poderá contribuir para: atender uma maior parcela da população, aumentar o número de leitos e ser uma opção para tratamento dos beneficiários de planos de saúde privados.

É muito bom para ser verdade?

Pois é, o histórico e as perspectivas de futuro da Rede D’Or são realmente ótimos. Mas, claro, como todo investimento, há riscos envolvidos.

Chegou a hora de ler a bula e ver as contraindicações.

Como o crescimento da companhia depende de fusões e aquisições – de hospitais e clínicas médicas –, pode haver falhas nas sinergias (entre a empresa comprada e a cultura e os processos da Rede D’Or), assim como a subestimação nos custos de integração. Contudo, nenhum desses casos tem ocorrido até então, o que é uma ótima sinalização.

Além disso, apesar de a empresa ser líder no segmento, não podemos deixar de considerar que grandes concorrentes (inclusive, estrangeiros) podem gerar uma competição acirrada pelos mesmos ativos – alvos das fusões e aquisições.

Não perca a oportunidade de tornar a sua carteira mais saudável!

Depois de conduzir alguns exames, indico a Rede D’Or para a sua carteira. A recomendação é de compra para a RDOR3, com preço-alvo para 2021 de R$ 86.

Mas não se esqueça da história de quem a fundou na hora de investir o seu dinheiro: vá aos poucos, tijolinho por tijolinho.

Nós, da Spiti, não somos médicos como o Dr. Moll, mas sabemos bastante sobre como fazer bons diagnósticos do mercado financeiro.

Portanto, conte comigo e com os meus colegas para examinar todas as diversas possibilidades que existem por aí para você construir uma carteira saudável de investimentos.

Aqui começa uma relação duradoura. Até a próxima!

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Um abraço,

Aline Tavares

<strong>Aline Tavares</strong>
Aline Tavares

é responsável pela área de análise de ações da Spiti. Foi analista e coordenadora de investimentos do fundo de pensão da Infraero por seis anos. Atuou também em análise de investimentos e relacionamento com clientes na corretora Ágora. É economista pela Universidade Federal Fluminense, cursou o MBA em Finanças do IBMEC e o MBA em Gestão de Investimentos da PUC-Rio.


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Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

Somos independentes porque quem paga pelo trabalho meu e de minha equipe são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Você não está pagando nada por este conteúdo – ele é uma amostra grátis para conhecer o nosso trabalho.

Até mais!

Luciana Seabra e Spiti


Disclaimer. Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Instrução CVM nº 20, de 25 de fevereiro de 2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.