O Guia Definitivo

das Contas Remumeradas

Durante boa parte da minha infância, morei em um sobrado com a minha família. Na parte de cima vivíamos eu, minha mãe e minha avó. E, embaixo, ficavam meus tios e meus cinco primos (dá para imaginar a farra, não é?).

De todos eles, com quem eu me dava melhor era o William, o mais velho. No começo dos anos 1990, costumávamos assistir juntos aos Cavaleiros do Zodíaco, um desenho japonês que passava na antiga TV Manchete. Éramos fissurados por aquelas batalhas galácticas pelo domínio do planeta Terra!

Mas a diversão não ficava só nas telinhas. Meu primo tinha uma incrível coleção de bonecos, e eu rapidamente me apeguei ao cavaleiro Camus de Aquário – uma miniatura com a armadura revestida de dourado e uma capa azul. Era o cavaleiro de que eu mais gostava!

Coloquei na cabeça que precisava daquele boneco e, por dias a fio, fiquei no pé do meu primo insistindo para que ele me desse o Camus de Aquário de presente. Depois de muito pedir (e irritá-lo), ganhei o famigerado boneco.

O tempo passou, nós crescemos e cada um seguiu um caminho diferente. Eu fui trabalhar no mercado financeiro, enquanto William montou um canal de pesca no interior de São Paulo. No entanto, guardo esse boneco no meu apartamento até hoje. Ele tem um poder especial de me transportar para o passado e me traz uma enxurrada de boas lembranças.

Hoje, depois de algumas mudanças e (vários) anos de vida, o cavaleiro sobrevive com alguma dificuldade – rachaduras aqui e acolá, pecinhas perdidas pelo caminho e cores levemente desgastadas.

Por que estou contando essa história para você?

Porque toda vez que eu olho para a estante do meu quarto e vejo o boneco lá, meio em pé, meio caindo, eu me lembro que cuidar com carinho e atenção daquilo que chamamos de nosso é essencial.

Com dinheiro não é diferente. Parafraseando aquela música do grande Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso: “cuide bem do seu dinheiro, seja quanto for”.

Se eu tivesse deixado o boneco em uma caixa hermeticamente fechada, bem guardada no fundo do armário, hoje eu sei que ele, intacto, valeria muito dinheiro (acredite, há muitos fãs e colecionadores de peças dos Cavaleiros do Zodíaco por aí). Ao mesmo tempo, eu perderia o prazer de tê-lo comigo por perto, de tocá-lo e desfrutar das lembranças que ele traz.

Sempre digo que, em vez de ter colocado meu boneco em um fundo de investimento, eu o deixei numa conta remunerada – aquela conta corrente que tem um rendimento ínfimo. Ou seja, ele foi perdendo valor ao longo do tempo, mas pude usufruir dos sentimentos que ele me proporcionou no dia a dia.

No entanto, muita gente deixa o dinheiro em contas remuneradas achando que está fazendo um ótimo investimento, o que não é verdade.

Por isso quero ter esse papo com você sobre contas remuneradas, para lhe explicar exatamente o seu propósito.  

Opa, esqueci de me apresentar!


Sou Guilherme Cadonhotto, economista (mas não gosto de usar camisa e terno, e sim camiseta e jeans), e venho dedicando minha vida profissional à gestão de renda fixa em grandes casas de investimentos (para aqueles que achavam que era colecionar bonecos dos Cavaleiros do Zodíaco, fiquem tranquilos, já superei essa fase!).

Em novembro de 2019, Luciana Seabra me convidou para fazer parte de um time que tem como objetivo fazer as pessoas investirem melhor. Se você está por aqui, provavelmente deve conhecê-la. Se não, vamos lá: Luciana é especialista em fundos de investimentos, faz um excelente trabalho na área há anos, recomendando como ninguém os melhores fundos para cada perfil de cliente. E o mais importante: de uma maneira que você entende!

Assim como a Luciana traz para você as recomendações dos fundos, trago as melhores opções do universo de renda fixa, seja em corretoras ou bancos.

Falo de título público, privado, contas digitais e tudo o mais que você precisa saber.

Ao receber este relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português – de graça.


Como recomendo ativos?

As avaliações que faço para indicar um ativo de renda fixa são as mesmas utilizadas pelos grandes gestores na hora de alocar o dinheiro dos fundos de investimento. Elas levam em conta a perspectiva do indexador do ativo, como por exemplo CDI ou IPCA, cenário de juros, avaliação econômica nacional e internacional, assim como a solidez das empresas e instituições emissoras dos ativos.

Agora chega de rodeios e vamos ao assunto de hoje!


O que é uma conta remunerada?

Ela é um tipo de conta corrente, na qual você recebe rendimentos pelo saldo que é mantido nela.

Os grandes bancos já oferecem a opção de conta remunerada, onde seus recursos podem ser aplicados em fundos de investimentos com taxas demasiadamente altas ou em CDBs com retornos muito baixos.

Mas, atualmente, os bancos digitais estão revisitando essa ideia e oferecendo serviços com o mesmo propósito e condições bem interessantes. É o caso das contas digitais remuneradas do Nubank e do PicPay.


Sobre a conta digital do Nubank


O Nubank tornou-se um grande competidor para as contas remuneradas dos grandes bancos. Sua conta digital, a NuConta, promete (e entrega) retorno de 100% do CDI com liquidez imediata – o seu saldo fica automaticamente aplicado em títulos de renda fixa.

Mas não podemos esquecer que, apesar de o Nubank ter recebido o aval para atuar como banco, a empresa ainda é classificada como uma Instituição de Pagamentos (IP), o que limita os serviços que pode oferecer.

Há dois tipos de conta remunerada do Nubank: “Conta de Pagamentos” e “Aplicação em RDB”.

A Conta de Pagamentos possui um caráter conservador e, de acordo com o Banco Central, o dinheiro lá depositado não responde pelas obrigações da Instituição de Pagamento. Isso é ótimo, pois, em caso de falência do Nubank, o seu dinheiro não poderá ser usado para quitar eventuais dívidas que o banco tiver.

Além de o dinheiro do correntista ficar separado dos recursos da instituição, ele fica em uma conta específica mantida pelo Banco Central ou aplicado em títulos públicos federais. Assim, você está basicamente exposto ao risco de um título público – que é baixíssimo.

É difícil o Nubank falir? Sim, mas pode acontecer. Inclusive, houve casos recentes de instituições financeiras que desapareceram. Quando o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Neon, em 2018, quem tinha até R$ 250 mil investidos teve de esperar para receber pelo FGC. Já os clientes que tinham seus recursos depositados nas Contas de Pagamentos da instituição ficaram mais tranquilos, pois receberam o dinheiro mais rapidamente.

Em resumo, a Conta de Pagamentos do Nubank é uma opção segura para manter o dinheiro do dia a dia rendendo.

Já o RDB é outra história.

A sigla significa Recibo de Depósito Bancário. E qual é a diferença entre ele e o CDB (Certificado de Depósito Bancário)? O segundo só pode ser emitido por um banco (lembra-se que eu falei que o Nubank é uma Instituição de Pagamentos?) e pode ser resgatado antes da data de vencimento. Além disso, o CDB pode ser negociado no mercado secundário, isto é, o investidor pode vender o título antes do vencimento.

O RDB, por sua vez, não pode ser resgatado antes da data de vencimento e não pode ser negociado com outros investidores.

Como funciona na prática? Você empresta dinheiro para o Nubank a uma taxa de 100% do CDI. Se você quiser retirar o dinheiro antes do vencimento, o Nubank lhe garante liquidez diária recomprando esse empréstimo.

O problema é que, diferentemente da Conta de Pagamentos, em que o seu dinheiro está exposto ao risco de um título público federal, na aplicação em RDB – um título de crédito privado – seu dinheiro está exposto ao risco do emissor, ou seja, do próprio Nubank.

Em um cenário hipotético em que a instituição passe por obstáculos financeiros, a exemplo do processo de liquidação do Banco Neon, e não possua caixa para lhe fornecer a liquidez esperada (ou seja, recomprar o seu título), como é que ele vai devolver o seu dinheiro quando você solicitar o resgate?

Provavelmente, não vai. E ele não é obrigado a pagar antes da data de vencimento do título. E aí vem a clássica pergunta: “Gui, se ele não devolver o meu dinheiro quando eu solicitar o resgate, o FGC não vai entrar em cena?”.

Infelizmente, não. O FGC (Fundo Garantidor de Crédito) só será acionado quando o Banco Central decretar a intervenção ou liquidação da instituição financeira e, até isso ocorrer, muitos outros problemas (além de uma longa espera) estão na frente. Mas esse é um papo para outro dia. Enfim, se você está diante da sua NuConta, coloque na balança as opções: na Conta de Pagamentos, você se expõe ao risco de solvência de um país; ao passo que na aplicação em RDB, você se expõe ao risco corporativo do Nubank. Dica: se eu fosse você, ficaria com a primeira opção!


Sobre a conta do PicPay


Antes de tudo, vale mencionar aqui que o PicPay é uma ferramenta de pagamentos digital criada em 2012 e posteriormente adquirida pelo conglomerado financeiro do Banco Original (por isso a identidade visual de ambas as marcas é bem similar).

O PicPay tem como públicos-alvo pessoas físicas e pequenos e médios empreendedores, por meio de vantagens e praticidade no uso que a plataforma oferece para pagamentos no dia a dia.

Uma das vantagens de fazer parte do conglomerado do Original é que isso traz mais robustez à instituição. Isso porque ele é controlado pela J&F Participações, mesma holding da JBS, líder global na indústria de alimentos. Ou seja, não se preocupe! O PicPay faz parte de uma “família” bem abastada que, recentemente, inclusive, prometeu expandir os seus canais digitais.

Atualmente, o PicPay conta com mais de 36 milhões de usuários ativos.

Um dos atrativos para novos usuários do aplicativo foi a vantajosa taxa de remuneração oferecida na sua conta remunerada: 210% do CDI. A condição, que perduraria até dezembro de 2020, estendeu-se para 31 de janeiro de 2021.

Depois dessa data, talvez essa remuneração possa mudar (no caso, diminuir para em torno de 100% do CDI).

O dinheiro que fica parado na conta PicPay é diretamente aplicado em títulos públicos federais, portanto separado do patrimônio do banco. Aqui, da mesma forma como é na Conta de Pagamentos do Nubank, o seu dinheiro ficará protegido, mesmo se for decretada a falência ou liquidação da instituição.


Há outros tipos de conta remunerada?

Claro! Como mencionei há pouco, os bancos tradicionais, como Itaú e Bradesco, têm formas de oferecer contas remuneradas para seus clientes. Assim como outras fintechs, como é o caso do Banco Inter, no qual você tem a possibilidade de aplicar no CDB com resgate diário a uma taxa de 100% do CDI (nesse caso, o seu dinheiro da conta não rende automaticamente – como é no Nubank ou no PicPay).

Legal, Gui! Quer dizer então que as contas remuneradas são uma ótima opção de investimento para aqueles com perfil conservador, certo? ERRADO!

Não se engane: conta remunerada não é uma alternativa de investimento.

Veja bem, se você está atrás de comodidade e deixa somente o dinheiro do dia a dia na sua conta remunerada (digital ou não) para pagar as despesas do mês, como aluguel, supermercado, mensalidade da escola das crianças e outros (infinitos) boletos, vale muito a pena!

Assim, você consegue maximizar o retorno do seu dinheiro em caixa, enquanto as contas não vencem.

Contudo, se você está considerando deixar o seu dinheiro em uma conta remunerada como alternativa de investimento de longo prazo, preciso lhe dizer que esse não é um bom negócio. Ele perderá valor assim como o meu boneco dos Cavaleiros do Zodíaco.

Por isso, é preciso entender para que você quer destinar o seu dinheiro.

Se for para o dia a dia, as contas remuneradas servem muito bem! Se não, existem outras opções de títulos de renda fixa, garantidos pelo FGC, com menor risco e maior retorno.

Gui, mas eu não abro mão de liquidez diária e um bom nível de segurança.

Eu entendo! Nem por isso você precisa deixar seu dinheiro na conta. Há bons investimentos de verdade com essas características.

Um exemplo são os ativos do Banco Daycoval, as famosas LCIs ou LCAs, um banco que está em cena no mercado brasileiro há mais de 50 anos.

Seus indicadores financeiros são invejáveis, e ele apresenta um dos maiores retornos sobre patrimônio líquido no Brasil – quase chegando aos pés do Itaú. Claro, é um banco muito mais enxuto, porém extremamente sólido.

Uma curiosidade: quando eu trabalhava na mesa de operações, na gestão de fundos de investimento, o Banco Daycoval era, por unanimidade, aquele de que todo mundo dizia que gostava. Não ouvia nada diferente disso!

As LCI/LCA do Daycoval possuem, na média, remuneração maior que as contas remuneradas, com isenção de IOF e IR.

Veja só:

TítuloLCA/LCI
Daycoval
LCA/LCI
Daycoval
Vencimento1 ano1 ano
Aplicação
Mínima
R$ 1.000,00R$ 1.000,00
IndexadorCDICDI
Taxa103% do CDI100% do CDI
Garantia FGCSimSim
Alíquota IR0%0%
% carteira5%5%
Taxa Eq. CDB128,75% do CDI125% do CDI

A coluna “Taxa Equivalente a um CDB” mostra quanto o ativo em questão rende se ele não tivesse isenção do imposto de renda, como é o caso das contas remuneradas. Ou seja, a conta do Nubank ou do PicPay só faz sentido para o dinheirinho que você quer deixar à sua disposição se possuir um retorno superior a 125% do CDI. Esse é o caso do PicPay hoje, mas não do Nubank.

Para investir nesses papéis, basta abrir uma conta na corretora do Daycoval. No caso desses ativos, a liquidez diária é garantida após 90 dias.

Antes de ir, uma mensagem final.

Comodidade e investimento são duas palavras que não combinam. São como água e óleo, sabe?

As contas remuneradas estão dando o que falar por aí porque, de fato, são ótimas opções para que o nosso dinheiro do mês não fique completamente parado na nossa conta. Além disso, são muito práticas e não exigem grandes esforços do correntista.

Mas investir de verdade dá um certo trabalho – é preciso se informar, abrir conta em corretoras, mudar de estratégia quando necessário…

Cuidar do patrimônio é preservar a sua trajetória e construir um futuro que faça sentido para você.

Quero te ajudar a sair do conforto e experimentar o que é investir, cuidando do que é seu.

E esse é só o começo!

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Boas-vindas e até a próxima.

Um abraço,


Guilherme Cadonhotto

Guilherme Cadonhotto
Guilherme Cadonhotto


Guilherme Cadonhotto é especialista em renda fixa da Spiti, técnico em Administração de Empresas e bacharel em Economia. Atuou na mesa de operações como trader de renda fixa na SulAmérica Investimentos e como analista de investimentos na asset da Porto Seguro. Acredita que simplicidade e bom humor, sempre presentes em suas publicações e vídeos, são essenciais para tornar a informação e a compreensão dos conteúdos de investimentos mais acessíveis a todos.


Analista responsável: Luciana Seabra


Antes de encerrar, queria falar um pouco sobre a Spiti

Sou Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 40 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, seja qual for a gestora ou corretora. Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

Somos independentes porque quem paga pelo trabalho meu e de minha equipe são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

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Até mais!

Luciana Seabra e Spiti


Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Instrução CVM nº 598, de 3 de maio de 2018, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.