Como você pode aproveitar o

AVANÇO DA INDÚSTRIA

DE GAMES PARA

GANHAR MUITO DINHEIRO

O meu relacionamento com os games é antigo. Eu ainda me lembro de, quando pequeno, pular na cabeça de jacarés, evitando ser comido por eles, ao jogar Pitfall!, no Atari.

Mas a coisa começou a ficar mais séria por influência da minha irmã. Mazinha, como carinhosamente a chamo, é cinco anos mais velha e era fera nos games.

Quando vi que ela conseguia passar em todas as fases do Sonic no Mega Drive, quis de toda maneira fazer o mesmo. 

Poucos anos depois, foi lançado o Nintendo 64 e um universo completamente diferente se abriu para mim. Principalmente por um jogo em especial: o Super Mario 64. Foi o primeiro Mario em 3D, inovador graficamente e na aventura narrativa.

O objetivo era ajudar o simpático encanador a capturar um total de 120 estrelas para libertar a princesa Peach, que havia sido raptada pelo perigoso Bowser e presa no castelo. A cada estrela capturada, uma parte do castelo se abria para que a princesa fosse resgatada.

Não foi fácil. Gastei horas e mais horas em frente à tela e demorei quase um ano para pegar as 120 estrelas e salvar a Peach.

Depois disso, uma enxurrada de novos jogos invadiu o meu mundo – GoldenEye 007, Tony Hawk’s 2, Mario Sunshine, Galaxy, GTAs e muito mais.

O tempo passou, eu e Mazinha crescemos, e resolvi entrar de cabeça no mundo dos investimentos. Hoje quase não jogo mais – só tenho o Mario Kart instalado no meu celular.

Pois é… amo videogames, mas percebi que se eu mergulhar nesse mundo, vou tão fundo que fica difícil voltar para a superfície. Mas ainda sou apaixonado pela indústria dos games e, no meu trabalho, descobri que é possível ganhar muito dinheiro investindo nela (garanto que é mais fácil do que conseguir as 120 estrelas do Super Mario 64!). 

É sobre isso que quero conversar com você nesse relatório-presente.

Mas, antes, muito prazer!

Sou Valter Outeiro, economista e estou a bordo da Spiti desde o início de 2021. Eu me sinto muito feliz de fazer parte de um time inspirador, que contribui para a educação financeira de milhares de pessoas.

Calma aí, você não conhece a Spiti? Então deixa eu te apresentar!

No segundo semestre de 2019, Luciana Seabra (CEO da Spiti) assinou um memorando de entendimentos com Guilherme Benchimol (CEO da XP Inc.) para criar uma empresa cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acertos para você, na sua língua, seja você quem for.

Assim nasceu a Spiti, cujo nome, em grego, significa casa. Aqui nós falamos de dinheiro de forma simples e direta, sem frescura nem rodeios e, principalmente, sem exageros.

Luciana fez um acordo com Guilherme de que nós teríamos independência total para continuar recomendando apenas os produtos em que acreditamos, não importa de que gestora ou corretora.

Era o que faltava para a XP Inc. complementar a gama de serviços já oferecidos: uma casa de análise independente, que ajudasse as pessoas a investir melhor para transformar suas vidas.

Quem paga pelo nosso trabalho?

Quem paga pelo meu trabalho e do time da Spiti é quem assina as nossas publicações. Nunca recebemos nada pelos produtos que recomendamos.

Você não pagou nada por este relatório, nem vai pagar nada pelas newsletters que vai receber no seu e-mail a partir de hoje. Eles são para que você conheça o nosso trabalho.

Depois, você fica à vontade para decidir se assina ou não as nossas séries de relatórios.

Vamos voltar
ao assunto de hoje?

Desde sua criação, o videogame se tornou um dos meios mais envolventes de entretenimento do mundo. A indústria começou a ganhar corpo em 1972, quando a Atari lançou o jogo Pong para fliperama. Foi uma revolução, pois a partir de então era possível jogar olhando para uma tela e não apenas controlando bolinhas que iam e voltavam.

No final da década de 1970, a Atari dá mais uma bola dentro e lança o Space Invaders – aquele que você tem que acertar um monte de alienígenas que vão descendo em fileiras rapidamente.

Com o lançamento do Pac-man (quem nunca se divertiu comendo pílulas e fugindo dos fantasmas?) e do Commodore 64, a indústria decolou.

A migração do fliperama para o console foi questão de tempo, e após uma breve crise do setor, com o surgimento dos computadores, a Nintendo chegou para revitalizar o mercado. Em 1989, foram lançados o Game boy e o Super Mario Bros.

Mario não surgiu só para salvar a princesa Peach! Ele nasceu para dar vida nova à indústria de games. Tem muita gente que não liga muito para jogos, mas tem um carinho pelo pequeno bigodudo.

Computadores cada vez mais avançados e processadores mais baratos foram o prenúncio dos gráficos 3D dos videogames. A Nintendo lançou o Super Mario Bros 3, que concorria com o Sonic do Mega Drive (que saudades!).

Mas a responsável pela última grande mudança de patamar dessa indústria foi a Sony, que deu vida ao Playstation em 1994, mas transformou mesmo radicalmente a qualidade dos jogos nos anos 2000, com o Playstation 2, que chegou a vender 1 milhão de consoles em apenas dois dias.

Vendo tamanho sucesso, a gigante Microsoft resolveu entrar nessa brincadeira, lançando o Xbox, que quase consegue igualar a qualidade do Playstation, a um custo menor. Desde então, as duas vêm disputando esse mercado de forma acirrada (ainda com vantagem da Sony).

O avanço tecnológico também fez surgir muitas empresas desenvolvedoras de jogos para diversas plataformas, como computadores, celulares e os próprios consoles. Há jogos que possuem enredos tão ou mais complexos que grandes filmes (atores de Hollywood, como Keanu Reeves, têm atuado nesse universo) e trilhas sonoras superelaboradas. Também foi criada a categoria esportes eletrônicos (ou eSports), que possuem campeonatos capazes de encher arenas de torcedores. O mais famoso eSport é o League of Legends (LOL), desenvolvido pela chinesa Tencent, que virou uma febre mundial.

Os smartphones também abriram novas oportunidades. O Candy Crush (quem nunca jogou?), da Blizzard, é um dos passatempos mais queridinhos da atualidade.

Em 2020, a indústria global de games foi avaliada, aproximadamente, em 162 bilhões de dólares, mais que a do cinema e da música juntas.

E ela ainda deu uma bela espichada em razão da pandemia da Covid-19. O isolamento social nos forçou a buscar novas maneiras de entretenimento em casa, e os games foram um dos maiores beneficiários desse momento.

Em uma pesquisa feita pela Game Brasil, no ano passado, 73% das pessoas disseram que passaram a jogar virtualmente com maior frequência durante o isolamento social. A febre é tamanha que, quando a Sony lançou o Playstation 5 no último mês de novembro, 4,5 milhões de consoles foram vendidos até o final de 2020.

Valter, não sabia que o cenário era tão promissor!

E põe promissor nisso! A indústria de games tem algo de fascinante que não existe em nenhuma outra de entretenimento. Para mim, o que mais a faz crescer é a possibilidade que ela dá aos seus usuários de se tornarem heróis e protagonistas do destino das personagens. Com a tecnologia de realidade virtual, isso vai se fortalecer ainda mais.

Mas como eu posso ganhar dinheiro e não apenas moedinhas do Sonic?

Vou sugerir duas maneiras de investir no universo dos games:

Show, Valter! E como eu faço isso?

Vamos por partes:

1. BDR da SONY | SNEC34


Antes de falar sobre a Sony, vou explicar o que são BDRs.

Sigla de Brazilian Depositary Receipts, eles são certificados de depósito de ações estrangeiras negociados na bolsa brasileira em reais. Esses ativos representam um dos caminhos que existem hoje para qualquer pessoa investir em uma companhia do exterior, como a norte-americana Amazon, a chinesa Alibaba ou, no nosso caso, a japonesa Sony.

E por que recomendo esse produto?

Não podemos negar que a Sony é uma gigante no que faz – ela é um dos maiores conglomerados de mídia do planeta. Muito além de games, a multinacional japonesa fabrica uma infinidade de produtos eletrônicos, que vão de aparelhos de televisão a notebooks e softwares, além de produzir filmes e ter canais de televisão.

No que diz respeito aos videogames, o faturamento da Sony no último trimestre de 2020 foi 40% maior do que no mesmo período do ano passado (você lembra que eu disse que ela vendeu 4,5 milhões de PS5 nos últimos dois meses do ano?).

Ainda em 2020, foram vendidos 115 milhões de PS4. O Playstation Network angariou um total de 114 milhões de usuários ativos e até dezembro de 2020 havia 47,4 milhões de assinantes do Playstation Plus.

Abaixo, algumas informações-chave do produto:

2. VanEck Vectors Video Gaming and eSports ETF | ESPO


Agora vamos falar sobre o que são ETFs.

Sigla de Exchange Traded Fund, são fundos de investimentos atrelados a um índice de referência – como o Ibovespa ou os contratos futuros de petróleo, por exemplo -, e são negociados na bolsa da mesma forma que as ações.

O produto que recomendo é de uma gestora norte-americana, a VanEck. Neste ETF, há a combinação de algumas empresas desenvolvedoras de games, como a Blizzard (dos jogos Call of Duty, World of Warcraft e Candy Crush); a Tencent (League of Legends); e a Electronic Arts (do FIFA, de futebol, e do NBA, de basquete).

Este ETF é ideal, pois sua composição mistura de tudo um pouco: ações de empresas provenientes de mercados emergentes ou não; desenvolvedoras de jogos tradicionais ou de eSports; bem como daquelas que estão na vanguarda da indústria de games. Estamos diante de um produto que, por si só, é diversificado por natureza.

Para conseguir comprá-lo, basta abrir uma conta em uma corretora dos Estados Unidos – e aqui recomendo a Avenue Securities, onde é possível fazer isso de forma muito rápida e prática.


Antes de ir,
uma mensagem final.

Eu nunca imaginei que o desafio de capturar as 120 estrelas para o Mario resgatar a princesa me levaria a um dia escrever sobre isso no meu trabalho e ajudaria outras pessoas a investir melhor.

Você talvez tenha percebido que, mais do que diversão, os videogames podem ser uma porta de entrada para diversificarmos os nossos investimentos – seja colocando um pezinho lá fora (com os BDRs e os ETFs), seja abrindo a nossa mente para vermos que existem setores mais promissores do que podemos imaginar em um primeiro momento.

Espero te reencontrar numa próxima!

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Um abraço,

Valter Outeiro

<strong>Valter Outeiro</strong>
Valter Outeiro

é especialista em ações globais da Spiti. Formado em Economia pela USP, acumulou experiência no mercado financeiro como repórter de jornalismo econômico no InfoMoney e no Money Times, e como editor de análises sobre investimentos da Inversa Publicações, através da contribuição na montagem de portfólios na divisão de estratégia dos private banks de HSBC e Santander e dando suporte para a área de vendas da MSCI, multinacional produtora de índices de ações. Tem como meta transformar a vida dos brasileiros através da democratização dos investimentos, pois acredita que, somente assim, é possível evoluir como sociedade e verdadeiramente desenvolver o país.


Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Instrução CVM nº 598, de 3 de maio de 2018, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.