­­­O ETF MAIS INOVADOR DO BRASIL: COMO V­­­OCÊ PODE INVESTIR NAS EMPRESAS QUE ESTÃO MUITOS ANOS À NOSSA FRENTE COM CERCA DE 50 REAIS

O ano era 1969, e o mundo acompanhava o auge da Guerra Fria. Estados Unidos e União Soviética buscavam o protagonismo global em diversas frentes: política, econômica, armamentista…

Em meio a essa disputa nasceu a corrida espacial, que alcançou seu ápice no final da década de 1960. Foi nessa época que o projeto mais ambicioso da Agência Espacial Norte Americana (NASA) se tornou realidade: a ida do homem à Lua – uma ideia que parecia loucura até então, mas que só se tornou possível devido a muita pesquisa, testes e investimento.

Para que a inesquecível Apollo 11 pudesse triunfar, no dia 20 de julho de 1969, outras 10 missões espaciais a antecederam – e nem todas deram certo! A primeira missão Apollo terminou com um trágico incêndio que resultou na morte dos três astronautas envolvidos.

A persistência da NASA culminou no dia em que Neil Armstrong, comandante da Apollo 11, pisou em solo lunar pela primeira vez e disse sua célebre frase: “um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade”.

Quando o assunto é inovação, muitas vezes é preciso enfrentar alguns fracassos até o sucesso. Apesar do alto risco, e de o retorno não ser imediato, é importante apostar no futuro, acreditar e persistir, pois dessa forma são criadas as grandes invenções que mudam a nossa história.

É exatamente disso que eu quero falar aqui com você hoje: a importância de realizar investimentos em empresas que trabalham com produtos e serviços inovadores, e que podem trazer ótimos resultados daqui para a frente.

A expressão “moonshot” (em tradução livre, voo à Lua), que hoje é utilizada para definir uma estratégia ou ideia inovadora, ambiciosa e que quebre paradigmas, surgiu exatamente na missão da Apollo 11.

E para que você dê o seu “moonshot” nos investimentos globais, apresento aqui um ETF inovador e pioneiro no cenário brasileiro, nomeado com essa expressão: o IT Now S&P Kensho Moonshots, mais conhecido como SHOT11.

Mas, antes de tudo…

Muito prazer! Meu nome é Felipe Arrais e, apesar de a minha primeira escolha ter sido a Engenharia, trabalho com finanças desde 2015, quando comecei a prestar consultoria sobre investimentos por conta própria para familiares e amigos.

Um desses amigos dividia apartamento com o André Gradim, diretor de Marketing da Spiti. Foi em um dos seus aniversários que tive a oportunidade de conhecer Luciana Seabra, a “rainha dos fundos” e fundadora da Spiti.

Naquela noite, passei a festa inteira conversando com a Luciana sobre investimentos (e não me preocupando em socializar com absolutamente ninguém na festa). Foi aí que percebi que, talvez, o mercado financeiro poderia ser o meu próximo destino profissional.

Não deu outra. Trabalhei em outra casa de análise por um tempo, onde fui responsável por estruturar o setor global, criando fundos internacionais voltados ao investidor de varejo.

Hoje, estou na Spiti ao lado de uma equipe excepcional, carregando a bandeira da internacionalização dos investimentos, nicho ainda inexplorado por muitas pessoas no Brasil.

Por sinal, você conhece a Spiti?

Em 2019, Luciana Seabra reuniu 40 pessoas em torno do mesmo propósito para construir uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos.

Assim surgiu a Spiti, que significa “casa” em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, seja qual for a gestora ou corretora. Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

Somos independentes porque quem paga pelo nosso trabalho são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

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Agora que você nos conhece um pouco melhor, vamos falar sobre inovação?

Esta é uma palavra que pode ser definida de várias formas, mas que carrega um conceito muito importante: o de buscar soluções para necessidades que já existem ou que ainda não estão materializadas.

Quer um exemplo? Pense no WhatsApp. Quando passou pela nossa cabeça que seria necessário um aplicativo de mensagens fácil e intuitivo, que tornasse a comunicação ainda mais rápida? Afinal, antes do WhatsApp já existiam as mensagens de SMS, por exemplo.

Apesar disso, ainda havia espaço para a criação de uma ferramenta inventiva e eficiente, e foi isso que Jan Koum e Brian Acton perceberam, em 2009. Seis anos após a sua criação, o app foi adquirido pelo Facebook pela quantia de US$ 16 bilhões.

Quando falamos de inovação, podemos nos referir tanto a uma ideia capaz de proporcionar uma transformação profunda – como o desenvolvimento de uma vacina – ou causar mudanças mais superficiais, como os porta-copos dos automóveis, por exemplo.

O importante é a transformação que essa ideia (e o que é feito a partir dela) pode gerar na sociedade. Estratégias ou ideias inovadoras dependem de uma busca permanente por melhorias, e a crença de que toda invenção pode ainda ser aprimorada.

Em um mundo cada vez mais conectado e competitivo, quem investe em iniciativas disruptivas pode conseguir resultados expressivos.

Por que investir em inovação?

A história comprova. Novas soluções possuem um espaço gigantesco para crescer exponencialmente e criar todo um ecossistema de negócio antes inexplorado.

Investir em inovação nos dá a chance de participar da constante transformação que ocorre no mundo, que hoje em dia pode se dar por meio da realidade virtual, segurança cibernética, engenharia genética, impressão 3D, robótica, veículos autônomos ou de algo que ainda não imaginamos.

Atualmente, o mercado de empresas que produzem inovações responde por cerca de US$ 6 trilhões, em um mercado global de ações com cerca de US$ 90 trilhões. É esperado que, nos próximos 12 anos, o tamanho da indústria de inovação cresça para algo próximo a US$ 50 trilhões, apresentando um retorno médio superior a 20% ao ano.

Essa fatia de investimento, inclusive, serve como um hedge (proteção) de sua exposição no mercado tradicional de ações. Afinal, quando somos apresentados a algum tipo de inovação, normalmente há algo que se torna obsoleto. Pense no computador substituindo a máquina de escrever ou os smartphones no lugar do telefone fixo. Portanto, ao investir em algo inovador, isso poderá servir como uma proteção a negócios que possam caminhar pouco a pouco para não serem mais tão relevantes quanto já foram.

Nem precisamos voltar tanto no tempo para observar esse fenômeno. Veja só as maiores empresas do índice S&P 500 em 1990 e compare com a sua posição em 2021:

Resumindo: investir em inovação poderá ajudar você a se proteger do processo de troca da relevância dos negócios ao longo dos anos, ao mesmo tempo que permitirá fazer parte de crescimentos possivelmente exponenciais (como o surgimento do “novo WhatsApp”).

E se eu contasse para você que existe um produto em que você, com pouco dinheiro, é capaz de investir diretamente nessas empresas?

Então, embarque nesta nave e prepare o seu moonshot:

1. Sobre a espaçonave: SHOT11

O SHOT11, ETF lançado pelo Itaú no final de junho, é voltado para investimentos em empresas no exterior, de pequeno e médio porte (small e mid caps) que estão em estágios iniciais de inovação.

Para tornar este projeto realidade, o Itaú procurou a Standard & Poors, uma reconhecida provedora de índices, que desenvolveu a metodologia do índice batizado de S&P Kensho Moonshots.

Estou falando de um produto pioneiro no Brasil, pois é o primeiro ETF voltado para a área da inovação disponível no país.

O que inspirou a criação do SHOT11 foi um ETF de uma empresa norte-americana chamada Ark Investment Management, o Ark Innovation (ARKK). Cathie Wood é a CEO da companhia, e é considerada uma expert em inovação ao redor do mundo.

Uma grande vantagem do SHOT11 em relação ao seu “irmão mais velho” é a taxa de administração cobrada pelo Itaú, que é de 0,5% ao ano, enquanto o ARKK cobra 0,75% dos investidores lá fora.

Outro grande benefício é a diferença do preço das cotas, que é bem mais acessível no caso do ETF brasileiro. Para adquirir uma cota do ARKK, é necessário desembolsar um valor superior a US$ 125. Agora, para desfrutar das vantagens do SHOT11, é necessária uma quantia próxima a R$ 50.

Vale ressaltar que o SHOT11 tem exposição cambial (varia conforme a cotação do dólar) e que não é necessário ser correntista do Itaú para investir nele.

Abaixo, deixo mais informações sobre o produto:

Fonte: Spiti

2. Sobre os módulos espaciais: como o índice escolhe as empresas que compõem a nave espacial, ops, o ETF?

O índice S&P Kensho Moonshot seleciona uma cesta de 50 ações cotadas nos Estados Unidos, que possuem maior pontuação nos critérios de inovação em fase inicial, passando também por um filtro de capitalização de mercado e liquidez.

Os critérios são os seguintes:

Após a seleção, notas de inovação são atribuídas, e as 50 melhores empresas pontuadas são escolhidas para compor o índice, que é rebalanceado duas vezes por ano, nos meses de junho e dezembro.

Divisão da carteira de ações

A carteira de ações do SHOT11 pode ser dividida com base em dois critérios fundamentais. O primeiro é a divisão por temas de inovação das empresas listadas no índice, como mostra o gráfico abaixo:

Fonte: Itaú; Adaptação: Spiti

O segundo critério é a divisão por setores tradicionalmente estabelecidos. Este é menos específico e permite uma visão ampliada da distribuição dos setores dentro do ETF.

Fonte: Itaú; Adaptação: Spiti

Felipe, quero ser tripulante do SHOT11, mas ainda não sei quanto devo alocar nele.

Minha recomendação é que essa quantia esteja entre os 5% e os 10% da sua carteira de ações. Para os mais conservadores, o valor pode ser mais próximo de 5%, enquanto os mais arrojados podem se aproximar do limite de 10%.

Antes da contagem regressiva para sua viagem, tenho um recado importante…

Inovação é um tema muito complexo. Ele exige uma grande capacidade de abstração, pois está diretamente relacionado ao futuro da humanidade, que é impossível de prever em todas as suas nuances.

Por isso, é muito importante levar em conta que apostar em inovação exige persistência – e uma pitada de esperança. Empresas com ideias novas e promissoras aparecem com frequência, mas não serão todas elas que irão alcançar a Lua.

É por essa razão que eu digo que investir em tendências para o futuro é um “salto de fé”. Investidores têm de acreditar nas ideias que apoiam, mesmo que uma parte (ou tudo) não dê certo de primeira.

Apesar dos riscos, existe uma real possibilidade de retorno, pois caso essas iniciativas prosperem, seu investimento pode se valorizar muito.

O exemplo da missão Apollo ilustra de forma muito clara essa situação: uma ideia, que parecia loucura quando foi concebida, foi acompanhada de um salto de fé tão grande que acertou a Lua. 

Se quiser se aventurar nesse e em outros universos de investimentos, saiba que a nave da Spiti é tripulada e você pode fazer parte dela. E eu posso ajudar você a explorar o mundo dos investimentos globais, que, garanto, pode ser tão fascinante quanto se lançar ao espaço.

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Um abraço,

Felipe Arrais

<strong>Felipe Arrais</strong>
Felipe Arrais

é analista CNPI, especialista em investimentos globais da Spiti. Engenheiro de Gestão e bacharel em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC, além de engenheiro mecatrônico pela Middlesex University London, atua desde 2015 no mercado financeiro ajudando pessoas físicas como consultor financeiro autônomo e, posteriormente, como analista de fundos de investimento. Foi um dos pioneiros no trabalho de pesquisa independente de fundos globais no Brasil, tendo sido responsável pela criação da carteira de um dos primeiros fundos de fundos globais voltado ao investidor de varejo. Hoje, na Spiti, carrega a bandeira da internacionalização dos investimentos, nicho ainda muito inexplorado por investidoras e investidores brasileiros.


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Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

Somos independentes porque quem paga pelo trabalho meu e de minha equipe são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Você não está pagando nada por este conteúdo – ele é uma amostra grátis para conhecer o nosso trabalho.

Até mais!

Luciana Seabra e Spiti


Disclaimer. Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM nº 20, de 25 de fevereiro de 2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.