COMO INVESTIR NO EXTERIOR

COM APENAS

MIL reais

Quando morei em Londres, fiquei instalado no bairro Colindale. Sempre que podia, caminhava de manhã até o Coffee Affair para o meu desjejum. Era um lugar muito charmoso – com suas paredes de tijolinhos laranja por fora – e servia pratos deliciosos.

Eu adorava pedir o clássico londrino full english breakfast – que pode ser traduzido como o café da manhã inglês completo. Era completo mesmo, mas não do jeito que nós brasileiros estamos acostumados. Vinha bacon, torradas, cogumelos e tomates na chapa, feijão ao molho de tomate, bacon e ovos, acompanhado de um chá ou café com leite (que saudades!).

Normalmente, eu gastava 7 libras para saborear essa iguaria. Para o britânico, era baratíssimo pagar isso num café da manhã. Era equivalente ao que nós, brasileiros, pagávamos por um “pingado” e um pão na chapa numa padaria não muito chique.

No entanto, se eu fosse converter para a moeda brasileira, a conta sairia salgada, já que uma libra valia em torno de 6 reais na época. Sempre que eu esboçava me preocupar com isso, eu me lembrava daquele velho ditado: “quem converte, não se diverte”.

Esse ditado também me ajudou a formar meu pensamento em relação aos investimentos globais. Quando colocamos nosso dinheiro no exterior, não faz sentido convertermos esse investimento para a moeda brasileira. O mundo todo negocia em dólar, e temos de enxergar o valor do nosso patrimônio lá fora do mesmo jeito.

Com as constantes oscilações do real frente à moeda americana, às vezes ficamos receosos de que o nosso dinheiro cruze fronteiras. Mas garanto que a segurança, a diversificação e o retorno valem mais do que qualquer medo que tenhamos de alocar nosso capital no exterior.

Se você se interessa em colocar o pezinho neste vasto mar de investimentos internacionais, mas ainda não o fez por medo ou por falta de conhecimento (ou talvez ambos), este relatório-presente é para você.

E vou mostrar como fazer isso com menos de mil reais!

Mas, antes de tudo…

Muito prazer! Meu nome é Felipe Arrais e, apesar de a minha primeira escolha ter sido a Engenharia, trabalho com finanças desde 2015, quando comecei a prestar consultoria sobre investimentos por conta própria para familiares e amigos.

Um desses amigos dividia apartamento com o André Gradim, diretor de Marketing da Spiti. Foi em um dos seus aniversários que tive a oportunidade de conhecer Luciana Seabra, a “rainha dos fundos” e fundadora da Spiti.

Naquela noite, passei a festa inteira conversando com a Luciana sobre investimentos (e não me preocupando em socializar com absolutamente ninguém na festa). Foi aí que percebi que, talvez, o mercado financeiro poderia ser o meu próximo destino profissional.

Não deu outra. Trabalhei em outra casa de análise por um tempo, onde fui responsável por estruturar o setor global, criando fundos internacionais voltados ao investidor de varejo.

Hoje, estou na Spiti ao lado de uma equipe excepcional, carregando a bandeira da internacionalização dos investimentos, nicho ainda inexplorado por muitas pessoas no Brasil.

Por sinal, você conhece a Spiti?

Em 2019, Luciana Seabra reuniu 40 pessoas em torno do mesmo propósito para construir uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos.

Assim surgiu a Spiti, que significa “casa” em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, seja qual for a gestora ou corretora. Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

Somos independentes porque quem paga pelo nosso trabalho são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português.

Você não está pagando nada por este conteúdo – ele é uma amostra grátis para conhecer o nosso trabalho. 

Agora, voltando ao que interessa…

Antes de começarmos a falar, de fato, sobre as possibilidades de investimento no exterior, precisamos entender qual é o seu perfil de investidor ou investidora. E aí, sim, com base nisso entender o melhor produto internacional para você. 

Se você é uma pessoa que coloca a maior parte do seu dinheiro em renda fixa e dorme mal à noite se o investimento oscila muito ou, no dia em que suas aplicações ficam no negativo, você não se sente confortável e fica o dia inteiro na página da corretora esperando que elas voltem a ficar positivas, possivelmente você tem o perfil conservador.

Por outro lado, se boa parte de sua carteira está em ações ou ativos de risco e você não se preocupa com oscilações momentâneas, porque tem confiança que no longo prazo você terá lucro, provavelmente seu perfil é mais arrojado.

É claro que isso não é uma regra absoluta. Alguém que tem um estilo mais conservador em um momento da vida pode se tornar arrojado, e vice-versa. É apenas um parâmetro para saber o nível de risco que você pretende correr colocando seu dinheiro lá fora.

Felipe, por essa descrição, acho que tenho um perfil bem conservador.
Quanto devo investir do meu patrimônio no exterior?

Isso pode variar, mas a recomendação é que, pelo menos inicialmente, deixe entre 5% e 7,5%. Este é um bom percentual para começar, colocar o pezinho na água só para descobrir se está gelada ou não, antes de mergulhar mais fundo.

Para quem tem um estilo mais conservador, a renda fixa é sempre melhor do que investir em ações. No entanto, muitos produtos de renda fixa no exterior não estão disponíveis no mercado brasileiro para investidores de varejo, mas apenas aos qualificados (aqueles que possuem, pelo menos, um milhão de reais investidos). Na verdade, hoje só existem alguns, e vou recomendar um deles para você.  

Estou falando do Trend Tesouro Americano, disponível apenas na Corretora XP.

Como diz o nome, este fundo investe em títulos públicos dos Estados Unidos – considerado o mais seguro do mundo – com vencimento entre sete e dez anos.  Tem taxa de administração de 0,50% ao ano e a aplicação mínima é de R$ 100,00. Sua rentabilidade não é das maiores, mas serve como um excelente ativo “porto seguro” para a sua carteira de investimentos em momentos de catástrofes. É um produto que não vai te dar muito retorno se a economia andar bem, mas, se as coisas piorarem podem se valorizar, comportando-se praticamente como um seguro.

Como alguém que quer navegar por águas seguras nesse primeiro momento, vou considerar que você queira se proteger da volatilidade do dólar em relação ao real. Assim como quase todos os produtos da Família Trend da XP, este fundo é protegido contra as oscilações cambiais. Ou seja, você não perderá dinheiro com uma possível valorização do real frente à moeda americana.

E, nessa mesma linha de prover acesso ao mercado norte-americano, recomendo hoje também o BTG Pactual S&P 500 BRL FIM, disponível no BTG Pactual.  Trata-se de um fundo multimercado atrelado ao índice S&P500 – que reúne as 500 principais empresas americanas listadas na New York Exchange e Nasdaq –, com taxa de administração de apenas 0,20% ao ano e aplicação mínima de R$ 500. Assim como o Trend Tesouro Americano, esse produto tem hedge cambial, não expondo o investidor ou investidora à variação do dólar.

Portanto, com mil reais, você consegue dividir o investimento em cada um dos dois produtos com tranquilidade.

Por outro lado, se você considera que o seu perfil é arrojado, existem opções mais apimentadas ainda.

Nesse caso, entendo que você não precise se proteger da oscilação do dólar e queira construir um patrimônio na moeda americana. Isso faz todo o sentido, mesmo para quem não é tão arrojado assim (lembre-se, quem converte, não se diverte).

Vou dar um exemplo de uma história que aconteceu com um amigo, que mostra bem como estar posicionado em uma moeda forte às vezes é mais vantajoso do que pensar apenas na moeda local.

Este amigo foi contratado para um ótimo cargo de uma empresa na Argentina. Ele ganharia em pesos, mas fez uma continha rápida de quanto receberia em dólares e aceitou a proposta. Ele seguiu trabalhando, sendo promovido, crescendo na carreira, e ano após ano, quando olhava o seu salário em dólar, só diminuía (por conta da constante desvalorização da moeda argentina). Apesar de progredir em termos de hierarquia, só estava perdendo poder aquisitivo. Hoje ele trabalha na Itália, ganha em euro e não tem mais esse problema.

Por isso, para ter na carteira um investimento em uma moeda forte, recomendo ETFs (fundos de investimento que replicam o desempenho de índices globais) que reúnam grandes empresas de países desenvolvidos, como EUA e outros do continente europeu (onde deve ficar alocado entre 60% e70% do seu investimento lá fora).

Mas como sei que você tem um perfil arrojado, também sugiro uma variedade maior de países, continentes e produtos. Isso vai desde índices small caps estadunidenses – que reúnem pequenas e médias empresas promissoras daquele país (onde você pode colocar até 15% do seu investimento nos Estados Unidos), além de ETFs de países emergentes, como China, Índia, Rússia e África do Sul (até 15%), e Europa (até 20%).

Para começar a formar esta carteira, vou sugerir dois produtos.

O primeiro deles é o SPXI11, um ETF de renda variável atrelado ao índice S&P. Criado em 2015 pelo Banco Itaú, é possível encontrá-lo em qualquer corretora pelo valor mínimo de aplicação de R$ 238,00 (cotação em 25 de maio).

Para arrojar ainda mais essa carteira, minha recomendação é o BEEM39, um BDR de ETF. Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são recibos de ações negociados na nossa Bolsa de Valores brasileira, a B3, lastreados em empresas estrangeiras. Em outras palavras, as BDRs possibilitam que o investidor compre ações de empresas internacionais, sem precisar abrir uma conta no exterior para isso. 

O BEEM39 acompanha um índice de empresas de mercados emergentes. Dentre os países que esse BDR abrange estão China, Taiwan, África do Sul, Brasil, Austrália, Turquia, Rússia e alguns outros.

Ou seja, seu dinheiro será dividido entre vários continentes, com uma aplicação mínima de menos de 50 reais.

Gosto de dizer que o número mágico para a quantidade de investimentos internacionais, para você que tem um perfil arrojado, é entre 15% e 20% do seu patrimônio. Mas se for um entusiasta como eu, essa porcentagem pode ser ainda maior, chegando até a 50%. Antes de fecharmos, um recado…

Quando cheguei à Inglaterra, achei estranho eles comerem feijão e tomate no café da manhã – não estava acostumado. Mas logo vi que era algo cultural, que fazia todo o sentido, e passei a apreciar a ideia (e copiar os ingleses).

Por isso, mesmo que, em um primeiro momento, você tenha resistência de se aventurar com os seus investimentos mundo afora, garanto que pode ser uma experiência capaz de trazer um ótimo retorno para a sua carteira.

Claro que não quero que você faça isso com todo o seu dinheiro. O bom e velho pingado com pão na chapa segue sendo uma ótima (e deliciosa) opção, assim como investir no nosso próprio país.

O que proponho aqui é apenas uma forma de diversificação. Seja de maneira rápida, seja um pouco mais devagar, posso garantir que com o tempo seu medo vai passar e você irá alcançar os seus objetivos investindo no mundo todo.

Os produtos que mencionei aqui são só alguns que você pode ter na sua carteira global, e existem outros tão bons quanto e com preços atrativos.

Então, vem tomar um café comigo e com o pessoal da Spiti para trocarmos uma ideia sobre investimentos no exterior.  Aqui começa uma relação duradoura com você e com a sua carteira de investimentos.

Antes de nos despedirmos (só por enquanto!)

Não sei quando poderemos viajar, de fato, com segurança. Não vejo a hora de voltar ao Velho Continente (eu já tinha até passagens compradas quando a pandemia estourou) e desbravá-lo novamente.

Mas, por enquanto, podemos fazer isso com a alocação de nossos recursos. Espero ter outras oportunidades para ajudar você a explorar o mapa-múndi dos investimentos globais. Conte comigo e com os meus colegas da Spiti para isso.

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Um abraço,

Felipe Arrais

<strong>Felipe Arrais</strong>
Felipe Arrais

é analista CNPI, especialista em investimentos globais da Spiti. Engenheiro de Gestão e bacharel em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC, além de engenheiro mecatrônico pela Middlesex University London, atua desde 2015 no mercado financeiro ajudando pessoas físicas como consultor financeiro autônomo e, posteriormente, como analista de fundos de investimento. Foi um dos pioneiros no trabalho de pesquisa independente de fundos globais no Brasil, tendo sido responsável pela criação da carteira de um dos primeiros fundos de fundos globais voltado ao investidor de varejo. Hoje, na Spiti, carrega a bandeira da internacionalização dos investimentos, nicho ainda muito inexplorado por investidoras e investidores brasileiros.


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Então conheça a Spiti!

Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

Somos independentes porque quem paga pelo trabalho meu e de minha equipe são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Você não está pagando nada por este conteúdo – ele é uma amostra grátis para conhecer o nosso trabalho.

Até mais!

Luciana Seabra e Spiti


Disclaimer. Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM nº 20, de 25 de fevereiro de 2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.