A MELHOR AÇÃO PARA

GANHAR DIVIDENDOS

Há um meme rolando por aí chamado “momentos antes de a desgraça acontecer”, em que é postada uma foto ou um vídeo que antecedeu a algo desastroso. Na história da minha vida, essa imagem teria sido registrada três anos atrás, no momento em que assinei a compra de uma franquia.  

Ainda bem que não estava sozinho nessa – desde muito jovens, eu e meu amigo Arthur fizemos um pouco de tudo para tentar a “sorte grande”: já importamos camisetas, revendemos perfumes e, na nossa última empreitada, abrimos não uma, mas duas lojas de uma marca de cílios postiços.

Pois é, isso mesmo, cílios postiços, um negócio sobre o qual eu e ele não tínhamos a mínima ideia de como funcionava.

Reservamos o dinheiro necessário, escolhemos uma marca que estava apenas começando no mercado, mas que parecia promissora, e abrimos duas lojas, enormes, de 200 e 300 metros quadrados.

Se no início tudo parecia andar bem, logo as coisas começaram a desandar. Como trabalhávamos em outras áreas, nos dedicávamos ao negócio apenas aos finais de semana, o que foi um erro. A concorrência passou a ser maior do que prevíamos, e não tínhamos tempo para pensar em alguma inovação para enfrentá-la.

Quando começou a pandemia do novo coronavírus, a coisa degringolou de vez, e as vendas foram de mal a pior. Perdemos muito dinheiro. Com dificuldade, conseguimos vender uma das franquias, mas agora estamos penando para vender a segunda.

Para dois caras que achavam que bastava injetar capital e esperar o dinheiro cair na conta, nos demos muito mal (ah, se arrependimento matasse!).

Aprendemos que para abrir um negócio é preciso conhecimento de mercado, gestão, além de empenho diário.

No entanto, existe uma outra forma de ser dono de uma empresa e ter uma renda anual (para aí, sim, literalmente, esperar o dinheiro cair na conta): investir em ações de companhias listadas na Bolsa de Valores que pagam bons dividendos.

Hoje estou aqui para falar sobre a que acredito ser a melhor ação para você fazer isso: a TAEE11, ação da Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.), uma gigante de transmissão do setor elétrico brasileiro.

Vem comigo que vou explicar a você por que escolhi essa ação!

Mas, antes de tudo, deixa eu me apresentar.

Opa, muito prazer! Sou Guilherme Cadonhotto, economista (mas não gosto de usar camisa e terno, e sim camiseta e jeans), e venho dedicando minha vida profissional a fazer gestão de renda fixa em grandes casas de investimentos.

Há quase um ano, a Luciana Seabra me convidou para fazer parte de um time que tem como objetivo fazer as pessoas investirem melhor. Se você está por aqui, provavelmente deve conhecê-la. Se não, vamos lá: a Luciana é especialista em fundos de investimentos, faz um excelente trabalho na área há anos, recomendando como ninguém os melhores fundos para cada perfil de cliente. E o mais importante: de uma maneira que você entenda!

Assim como a Luciana traz para você as recomendações dos fundos, trago as melhores opções do universo de renda, seja em qualquer corretora, seja em qualquer banco. 

Falo de título público, privado, ações, fundos imobiliários, contas digitais e tudo o mais que você precisa saber. 

Ao receber este relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português – de graça.

Como recomendo ativos?

As avaliações que faço para indicar um ativo são as mesmas utilizadas pelos grandes gestores na hora de alocar o dinheiro dos fundos de investimento. Elas levam em conta a perspectiva do indexador do ativo, como por exemplo CDI ou IPCA, cenário de juros, avaliação econômica nacional e internacional, assim como a solidez das empresas e instituições emissoras dos ativos.

E agora, vamos ao que interessa?

Antes de começar a falar de Taesa, preciso explicar a você o que são dividendos.

Eles são proventos – uma parcela do lucro de uma empresa – que são distribuídos aos acionistas como uma forma de remuneração.

Assim, quando você compra papéis de uma empresa, torna-se acionista dela, fazendo jus aos seus proventos, proporcionalmente ao número de ações que detém. Para descobrir as empresas que pagam mais esse tipo de provento, é sempre importante observar o dividend yield, índice que mede o rendimento dos dividendos de uma companhia, em um determinado período, em relação ao preço de suas ações.

Esclarecido esse ponto, deixa eu contar por que acredito que você deva escolher as ações da Taesa para receber gordos dividendos.

1. Ela está inserida em um segmento resiliente


A Taesa é uma das empresas que compõem o setor elétrico brasileiro, um dos favoritos quando o assunto é dividendo. Vamos falar um pouco mais sobre ele! No Brasil, o setor elétrico é dividido em três segmentos:

As empresas de geração de energia são responsáveis por produzir a energia elétrica e injetá-la na rede de transporte, ou seja, em linhas que vão levá-la às cidades e regiões onde será consumida. Elas podem ser hidrelétricas, eólicas, termelétricas, nucleares, entre outras.

As transmissoras, por sua vez, têm a responsabilidade de transportar a energia produzida pelas geradoras. São mais de 100 mil quilômetros de linhas de transmissão espalhadas pelo Brasil, e elas podem ligar as geradoras diretamente aos grandes consumidores, como polos industriais, ou, como é mais comum, às empresas distribuidoras.

As distribuidoras, então, recebem a carga de energia elétrica das transmissoras e a distribuem para pequenos consumidores, como você e eu.

Dentro dos três segmentos, existem empresas que operam isoladamente em cada um deles e outras que operam nos três processos da cadeia, como é o caso da Eletrobras.

A Taesa atua somente na transmissão de energia elétrica para todo o território brasileiro. Isso é bom pois, diferentemente das geradoras, ela não é impactada pela falta de chuvas, por exemplo, que afeta a operação das hidrelétricas.

A companhia opera, aproximadamente, 14 mil quilômetros de linhas de transmissão de energia, em 18 estados brasileiros, como você pode ver no mapa abaixo.

Fontes: Taesa e Spiti

A operação de uma linha de transmissão se dá por meio de uma concessão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – só assim a empresa pode construir as linhas de transmissão e cobrar pela realização do serviço.

Os milhares de quilômetros em linhas de transmissão garantem à Taesa uma receita previsível, e isso se dá pelo fato de ela firmar contratos com o governo atrelados à disponibilidade das suas instalações, e não à energia efetivamente transmitida.

Isso faz com que, em momentos de queda na demanda por energia, a receita dela permaneça estável, sem grandes oscilações.

A remuneração por contrato é chamada de RAP – que não tem relação alguma com o estilo musical –, sigla para Receita Anual Permitida. Quase 70% da receita da empresa vem de contratos de concessão de longo prazo, corrigidos pelo IGP-M, o mesmo índice que corrige o preço dos aluguéis no Brasil.

Uma boa notícia (para a empresa, não para quem paga aluguel) é que o IGP-M acumulou uma alta de mais de 30% nos últimos 12 meses, o que impactou positivamente sua receita.

Apesar de não apresentar potencial de crescimento tão alto (afinal, ela já opera 39 concessões), a valorização de suas ações tem superado o desempenho médio do Ibovespa nos últimos 5 anos. Ao longo de 2020, desde o ápice da pandemia, a ação subiu mais de 40%, e mesmo assim ainda enxergamos um potencial de retorno positivo no preço das ações da Taesa.

2. Quase tudo que ela lucra se transforma em dividendos


Todas as empresas da B3 têm de dividir, no mínimo, 25% dos seus lucros com os acionistas – é o que denominamos de payout. Muitas empresas pagam algo próximo desse percentual, reinvestindo o restante nelas mesmas para aprimorar ou expandir seus negócios.

Já a Taesa realizou, nos últimos anos, um payout de cerca de 90% em média (impressionante!), como mostra o gráfico abaixo:

Fontes: Taesa e Spiti

Isso significa que a empresa distribui quase todo o seu lucro em forma de dividendos, e, como a receita é bem estável, podemos concluir que os dividendos, de certa maneira, também são.

Fontes: Taesa e Spiti

Nessa tabela, podemos notar que a companhia tem mantido uma média muito boa de dividend yield para os seus acionistas, de cerca de 10% ao ano. Se considerarmos apenas seus dividendos, sem considerar a valorização das ações, já é um investimento bem mais rentável e vantajoso quando comparado a um ativo de renda fixa atrelado à Taxa Selic, que hoje está em 2,75%.

Para fecharmos o assunto (mas só por enquanto, porque não gosto de despedidas!)

“Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia aprende com os erros dos outros.” Esta frase atribuída ao escritor Augusto Cury não poderia se encaixar melhor na situação – aprenda com o meu erro e invista seu dinheiro onde, de fato, a chance de um bom retorno é alta.

Se você achou que este relatório-presente ajudou você a entender melhor sobre a Taesa e dividendos, eu e meus colegas na Spiti temos muito mais a oferecer!

Falamos sobre como montar uma carteira de renda total, diversificação de portfólio, avaliação das empresas listadas na Bolsa de Valores e muito mais. Afinal, investir não é simples e requer muita atenção – por que não contar com a ajuda de quem tem conhecimento de causa?

Conte conosco para saber mais sobre esses e outros assuntos.

Espero reencontrar você em breve!

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Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

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Abraços,

Guilherme Cadonhotto

Guilherme Cadonhotto
Guilherme Cadonhotto


Guilherme Cadonhotto é especialista em renda fixa da Spiti, técnico em Administração de Empresas e bacharel em Economia. Atuou na mesa de operações como trader de renda fixa na SulAmérica Investimentos e como analista de investimentos na asset da Porto Seguro. Acredita que simplicidade e bom humor, sempre presentes em suas publicações e vídeos, são essenciais para tornar a informação e a compreensão dos conteúdos de investimentos mais acessíveis a todos.

Analista responsável:
Luciana Seabra


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Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

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Luciana Seabra e Spiti


Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Instrução CVM nº 598, de 3 de maio de 2018, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.