o modo mais seguro para você guardar suas criptomoedas

A antiga sociedade egípcia ficou conhecida por cultivar a crença de que a morte seria passageira e a vida um dia retornaria ao corpo. Mas para isso dar certo, esse corpo deveria permanecer conservado.

Por isso, inventaram um sofisticado processo de mumificação. Tutancâmon, faraó egípcio, é de longe a múmia mais célebre. Ele subiu ao trono por volta do ano 1330 a.C., quando tinha apenas 9 anos, e governou até sua morte, aos 18.

Sua tumba foi descoberta em 1922 pelo arqueólogo inglês Howard Carter, em uma pirâmide no Vale dos Reis, ao sul do Cairo. Para sua surpresa, o túmulo, coberto de ouro, estava intacto e não havia sido saqueado como outros.

Entre as requintadas estátuas e joias de ouro, caixas e barcos decorados e carruagens desmontadas, também foram encontrados objetos triviais da vida cotidiana como pães, restos de carne, tâmaras e até uma guirlanda de flores. Afinal, quando voltasse à vida, Tutancâmon teria tudo isso à disposição.

Passados mais de três mil anos, o desejo humano de vencer a morte parece não ter mudado tanto assim…

Hal Finney, apontado como o primeiro usuário do bitcoin, foi programador e criptógrafo. Em 2014, após descobrir que tinha uma séria doença degenerativa, a esclerose lateral amiotrófica (ELA), decidiu congelar o seu corpo em um processo conhecido como criopreservação.

Nele, o seu sangue e outros fluidos foram substituídos por M-22, um líquido composto por produtos químicos que impede a destruição das membranas celulares. Seu corpo foi refrigerado e mantido a uma temperatura aproximada de -196 °C, além de ter sido armazenado em uma cápsula de alumínio dentro de um tanque de 10 metros de altura com 450 litros de nitrogênio líquido.

Qualquer semelhança com o processo de mumificação não é mera coincidência.

Finney não levou joias e tesouros consigo, mas algo igualmente (ou mais) valioso: a sua carteira de criptoativos, com mais de 1 milhão de bitcoins. Se ele acordasse hoje, seria um dos homens mais ricos do mundo, considerando a cotação atual da criptomoeda.

Essas duas histórias, separadas por muitos séculos, mostram que a nossa preocupação por guardar e preservar o que nos é mais caro (literalmente) segue a mesma. No universo dos criptoativos não é diferente.

Com ataques constantes de hackers, precisamos saber guardar as nossas criptos do jeito certo, da forma mais segura possível. Se você investe ou pretende investir em criptomoedas, pegue uma caneta e um caderno, que hoje o papo é sobre isso.

Antes, deixa eu me apresentar.

Muito prazer! Sou Thales Inada, engenheiro civil (mas não construo prédios, e sim, análises de investimento) e venho dedicando minha vida profissional ao mercado financeiro desde 2011.

Minha jornada começou quando compartilhei a primeira análise de ações no TradingView, uma rede social de investidores, me valendo das análises técnicas fundamentalistas. 

Desde 2017, busco adaptar os conhecimentos do mercado tradicional para o de criptomoedas. Fui voluntário da maior exchange de criptoativos do mundo, a Binance. Passei também pela XDEX, antiga exchange do Grupo XP, e fui responsável pelos relatórios técnicos da maior da América Latina, a MercadoBitcoin. 

Hoje tenho o imenso prazer de desbravar o universo dos criptoativos na Spiti, com o objetivo de orientar investidores e investidoras, tornando este mercado, tão novo e revolucionário, acessível a todas e todos. 

Por sinal, você já conhece a Spiti?

Em 2019, Luciana Seabra reuniu 40 pessoas em torno do mesmo propósito para construir uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos.

Assim surgiu a Spiti, que significa “casa” em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, seja qual for a gestora ou corretora. Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

Somos independentes porque quem paga pelo nosso trabalho são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

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Agora, vamos falar sobre como armazenar criptos?

Em primeiro lugar, algo que você precisa saber é que as exchanges, empresas onde compramos e vendemos nossas criptomoedas, são alvos frequentes de hackers, pois são onde os ativos se concentram.

Além disso, com a popularização desse mercado, vira e mexe aparecem golpistas para se aproveitar dos mais descuidados. Quero compartilhar dois casos emblemáticos que aconteceram recentemente no nosso país: o do Atlas Quantum e do Grupo Bitcoin Banco.

A Atlas Quantum surgiu no mercado como uma das maiores empresas de negociação de bitcoins no Brasil, com a promessa de arbitrar o mercado, isto é, comprar criptomoedas nas exchanges que vendiam por um valor mais barato e vendê-las nas que praticavam valores mais altos. Só que não era bem isso o que ocorria. Na realidade, a Atlas realizava operações fraudulentas, negociando contratos de investimento coletivo sem autorização.

Após um processo administrativo conduzido em 2019 pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, a Atlas passou a impedir que seus clientes realizassem o saque de seus investimentos em bitcoins. Como se não bastasse, criou sua própria moeda, chamada de “bitcoin quantum”, com cotação centenas de vezes inferior à do bitcoin, convertendo os investimentos de seus clientes para a nova moeda, sem manter a valorização acumulada. Investidores e investidoras que um dia caíram na cantada da Atlas não chegaram a reaver o seu dinheiro até hoje.

A história do Grupo Bitcoin Banco é outra de arrepiar (e não estou falando no bom sentido!). A empresa paranaense, com sede em Curitiba, também fazia arbitragem de mercado, mas era ligeiramente mais agressiva que a Atlas. O Grupo prometia, todo mês, 3% de rendimento aos seus clientes (muito bom para ser verdade!).

Depois de investigação pela Polícia Federal, o presidente da empresa, Cláudio Oliveira, autointitulado “rei do bitcoin”, foi preso. Ele foi acusado de promover fraudes que podem ter causado danos de mais de R$ 1,5 bilhão a mais de 7 mil pessoas. Quem acreditava estar investindo em bitcoins jamais chegou a ter posse dos criptoativos, já que nem eles e nem os rendimentos eram, de fato, registrados na blockchain – a tecnologia que valida e registra esse tipo de transação.

Moral da história: não confiar o nosso patrimônio nas mãos “de qualquer um”. 

Minha intenção, ao relatar esses casos, não é desencorajar você a se aventurar no mercado de criptos. Pelo contrário: é alertá-lo dos perigos e mostrar que há caminhos seguros para você seguir.

Hoje, as exchanges trabalham para se tornar cada vez mais protegidas. É por isso que devemos escolher aquelas de maior porte e com um bom histórico – quanto maior a exchange, mais capacidade ela tem de investir em bons sistemas de segurança.

Mesmo assim, o cenário perfeito é quando temos os nossos ativos bem perto de nós, isto é, fora das exchanges e guardados em uma carteira própria.

Afinal, o que é uma carteira de criptomoedas?

Basicamente, é um dispositivo no qual você guarda as suas criptos – fora da exchange, claro. Existem duas categorias de carteiras: hot wallets (em tradução livre, “carteiras quentes”) e cold wallets (em tradução livre, “carteiras frias”). A primeira são as carteiras conectadas à internet (aquelas que podemos acessar pelo celular, ou por um site, por exemplo); a segunda, por sua vez, são as carteiras offline, desconectadas da internet.

Elas possuem duas informações importantes de registro: a chave pública e a chave privada. Para ficar mais claro, a chave pública é aquela que você compartilha com alguém para que ele ou ela transfira a você o valor. Funciona de forma similar ao sistema Pix, já muito popularizado no Brasil. Já a sua chave privada não deve ser compartilhada, pois se outra pessoa tiver acesso a ela, poderá movimentar o seu saldo. 

Dentro de cada categoria, há modelos diferentes de carteiras. Vamos a eles:

HOT WALLETS


WEB WALLET

Tanto a web wallet quanto a software wallet (da qual falarei no próximo tópico) podem ser acessadas pelo computador, mas a diferença é que, na web wallet, as chaves privadas ficam com o servidor da empresa que presta o serviço e não com você.

É por esse motivo que não recomendo esse formato, já que você estará transferindo a custódia dos seus ativos (é como se eles permanecessem na exchange). Caso o serviço da carteira se encerre de uma hora para a outra, o seu saldo pode desaparecer.

SOFTWARE WALLET

Nessa carteira, as chaves privadas ficam armazenadas no disco rígido do seu computador pessoal.

É preciso ter a certeza de que estamos baixando a carteira (software) de um site confiável. Há inúmeros endereços falsos, semelhantes aos originais, que podem roubar os seus dados.

Algumas carteiras que recomendo são: Exodus, Atomic Wallet e Trust Wallet.

MOBILE WALLET

A “carteira de celular”, também chamada de “carteira aplicativo” ou “carteira móvel”, permite um acesso rápido ao saldo.

Assim como a software wallet, não podemos confiar nos aplicativos buscados na Apple Store ou Google Play Store. Apesar de possuírem um sistema rígido de seleção de aplicativos, já tivemos casos em que os golpistas pontuaram negativamente o app original a fim de rebaixar o verdadeiro, ao mesmo tempo que davam as melhores avaliações ao aplicativo falso (complexo e perigoso, não é?).

Como opções, cito Exodus, Trust e Metamask.

COLD WALLETS


Essas carteiras também são chamadas pelo nome “hardware wallet” e não são conectadas à internet. Digo com frequência que os aparelhos têm a mesma aparência de um pen drive, mas não se confunda, está bem?

Vamos às mais conhecidas e tradicionais:

LEDGER

É uma das mais populares e, realmente, são bem parecidas com um pen drive. Veja só:

Kriptobr.com

Existem dois modelos: a Nano X e a Nano S. A diferença principal entre elas é que a primeira apresenta possibilidade de acesso via Bluetooth e aceita mais moedas, podendo adicionar mais de 100 delas ao mesmo tempo. No caso da Nano S, você só consegue no máximo cinco moedas simultaneamente, razão pela qual acho mais prática a primeira. De toda forma, ambas comportam mais de 1.800 ativos.

TREZOR

Na Trezor, você não precisa instalar os aplicativos das moedas, basta conectar e utilizar, e é por isso que eu a recomendo para iniciantes. Além disso, a reputação da Trezor no mercado, em relação à segurança, é melhor que a da Ledger.

Aqui, há também dois modelos: a Trezor One (versão com botões) e o Trezor T, que é touch screen e possui visor colorido.

Trezor.io

A One possui uma tecnologia inferior e comporta algumas moedas a menos. Por isso, preste bastante atenção quando for fazer a sua escolha.

Atenção: a única revendedora oficial no Brasil da Ledger e da Trezor é a KriptoBR.com. Não recorra ao Mercado Livre ou Ebay!

Falando sobre valores…

O preço das hardware wallets variam de cerca de R$ 600 (modelos mais antigos) até R$ 1.300 (aparelhos mais novos). Sempre que possível, dê preferência aos mais novos, pois tendem a ter soluções mais atuais.

Recomendo que, para valores entre R$ 1 mil e R$ 10 mil, você tire o seu saldo investido das exchanges e transfira para as hot wallets. Somente quantias acima de R$ 10 mil começam a valer a pena para as cold wallets, pois assim o custo do aparelho impacta menos no valor investido.

Thales, para tirar as criptos da Exchange para a carteira, há taxas?

Sim! O saque das suas criptos da exchange para sua carteira nem sempre vale a pena devido ao custo da rede, que hoje é de aproximadamente R$ 40. Esse é o único gasto que você terá ao transferir seu saldo para as carteiras web, celular e de computador. Lembrando que, no caso das hardware wallets, além do custo de saque, também tem o custo do aparelho. Por isso, vale a pena guardar nelas as moedas que você pretende manter por um período razoável e não aquelas que você negocia no dia a dia. 

Senha perdida dá sempre aquela dorzinha de cabeça

Um clássico, não é mesmo? A recuperação de senha por e-mail é uma verdadeira muleta hoje em dia. Contudo, esse método não existe na recuperação das carteiras. Por isso, muita cautela!

A única forma de recuperação de acesso disponível atualmente são as “seeds”, ou seja, as “palavras sementes”. É um sistema composto por 12 a 24 palavras, com as quais você consegue recuperar sua carteira em qualquer outro aparelho. Elas são geradas aleatoriamente pela sua carteira quando você a cria.

Sabe a caneta e o caderno que pedi para você separar no início desse relatório? Esse é o momento de pegá-los e anotar as palavras, sempre na ordem correta em que aparecem.

Não recomendo deixá-las no seu e-mail, muito menos salvas como arquivo do Bloco de Notas, Word, entre outros – hackers terão uma facilidade tremenda para encontrá-las dessa forma.

Também não indico anotar em folhas soltas, para não acabarem no lixo por engano. A melhor forma é o bom e velho caderno (ou agenda). Escreva de forma discreta, sem a identificação “wallet”, “senha”, “seeds” ou algo semelhante.

Você deve estar pensando: Thales, e se eu derrubar água no caderno? Ou rasgar ou queimar o papel sem querer?

Outra opção são as folhas de aço ou steel. A minha já está bem enferrujada, porque não uso tanto assim. Mas é bem interessante! Vem até com uma capa para proteger a “folha”, olha só:

Kriptobr.com

Apesar dos inúmeros benefícios, acredito que a steel pode gerar suspeita de que lá estão códigos e senhas. Por isso, ainda considero o caderno como a melhor opção para guardar as suas seeds.

Antes de nos despedirmos, um recado importante…

A preocupação em armazenar o que há de mais valioso para nós é antiga (faraós que o digam!). O mesmo vale para as nossas criptomoedas.

Considerando que se trata de um mercado ainda pouco regulado, temos de guardar nossos criptoativos do jeito que os egípcios guardavam os seus bens preciosos – em estruturas seguras e praticamente invioláveis.

Intencionalmente ou não, Hal Finney seguiu o exemplo da civilização egípcia e, quando acordar, tenho certeza de que vai adorar saber como o mercado de cripto se desenvolveu desde o dia em que seu corpo foi congelado.

Mas, diferentemente dos egípcios e do criptógrafo norte-americano, você não precisa esperar para ver. Convido você a desbravar o vasto universo das criptomoedas e conhecer mais as vantagens desse investimento, sempre guardando a sete chaves o seu tesouro.

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Forte abraço e até a próxima,

Thales Inada

<strong>Thales Inada</strong>
Thales Inada

é o especialista de criptoativos e investimentos alternativos da Spiti. Iniciou nesse mercado em 2017, com passagem pelas principais exchanges, como a Binance – a maior do mundo -, a XDEX – antiga exchange do grupo XP, e pela maior da América Latina, o Mercado Bitcoin. Tem como missão traduzir essa nova modalidade de investimentos, tornando esse mercado revolucionário acessível para todos. Quer colaborar e acelerar a evolução do sistema financeiro tradicional.


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Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

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Luciana Seabra e Spiti


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