Ainda vale

comprar bitcoin?

Dentre os meus hobbies, a botânica desempenha um papel importante na minha vida. Desde cedo, vi meus pais mexerem com plantas – meu pai é apaixonado pelas frutíferas e minha mãe, pelas orquídeas.

O quintal da casa onde cresci, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, era consideravelmente espaçoso. Plantávamos um pouco de tudo por lá.

Quando me aventurei em criar plantas carnívoras, descobri que elas realmente precisam comer (insetos, claro) e davam muito trabalho. Migrei para o extremo oposto, os cactos – que quase não precisavam de água e cuidados, e por isso eram um tanto entediantes.

Decidi então me arriscar na arte dos bonsais, onde me encontrei.

O bonsai não é uma espécie vegetal específica, mas sim uma técnica usada para criar miniatura de árvores, inspirando-se em formas da natureza. Para mim, é uma verdadeira expressão artística.

Faz pouco mais de quatro anos que cultivo bonsais, e hoje tenho três relativamente grandes – de 80 centímetros cada – e vários menores, de 20 centímetros. Até me especializei em um tipo de bonsai que é o kuromatsu, um pinheiro negro japonês.

Pode parecer simples à primeira vista, mas entre as técnicas de poda e adubação, o bonsai exige muita paciência.

A mesma paciência que você precisa resolver se investir em bitcoin (BTC), um tipo de criptoativo que está circulando há alguns anos e que, apesar dos altos e baixos, ganha relevância a cada ano que passa.

Não sabe o que é criptoativo? Vem comigo que vou explicar. Já conhece bitcoin, mas quer saber se ainda vale a pena comprar, nesse momento? Pode vir junto, que este relatório-presente vai abordar tudo isso.  

Antes, deixa eu me apresentar.

Muito prazer! Sou Thales Inada, engenheiro civil (mas não construo prédios, e sim, análises de investimento) e venho dedicando minha vida profissional ao mercado financeiro desde 2011.

Minha jornada começou quando compartilhei a primeira análise do bitcoin no TradingView, uma rede social de investidores, me valendo da análise técnica.

Desde 2017, busco adaptar os conhecimentos do mercado tradicional para o de criptomoedas. Fui voluntário da maior exchange de criptoavitos do mundo, a Binance. Passei também pela XDEX, antiga exchange do Grupo XP, e fui responsável pelos relatórios técnicos da maior da América Latina, a MercadoBitcoin.

Hoje tenho o imenso prazer de desbravar o universo dos criptoativos na Spiti, com o objetivo de orientar investidores e investidoras, tornando este mercado, tão novo e revolucionário, acessível a todas e todos.

Vamos juntos?

Para falarmos de bitcoin, precisamos dar um pulinho no passado.

A história dos criptoativos não foi – e nem é – linear. Muito se fala do bitcoin como o primeiro criptoativo criado, mas, embora ele tenha sido de fato o primeiro bem-sucedido, foi baseado em tentativas anteriores, que não tiveram o mesmo alcance.

A primeira iniciativa é datada de 1980 (sim, é mais antiga do que imaginamos!), quando o estudante norte-americano David Chaun criou uma tecnologia chamada “assinatura cega”, que permitia que as transações on-line entre indivíduos fossem mantidas em anonimato.

Depois vieram outros desbravadores e outras moedas, como a b-money (1998), bit-gold (1998) e ripplepay (2004). Mas foi em 2008, logo após a crise do subprime nos EUA, que o cenário mudou.

Satoshi Nakamoto (que na verdade é um pseudônimo, não se sabe se de uma pessoa ou de um grupo) publicou naquele ano um artigo que deu origem ao que seria o primeiro bitcoin – hoje o criptoativo mais importante desse sistema.

Vendo grandes bancos ruírem, e insatisfeito com o funcionamento do sistema financeiro, o objetivo de Nakamoto era permitir que as transações fossem feitas de pessoa para pessoa, sem a necessidade de uma instituição – um Banco Central, por exemplo – como intermediária.

Isso só foi possível com o desenvolvimento da tecnologia blockchain. Não vou entrar aqui em detalhes técnicos de como ela funciona, mas trata-se de um sistema que permite rastrear o envio e recebimento de alguns tipos de informação pela internet. Assim, foi possível criar carteiras virtuais de ativos que pudessem trocar valores entre si.

Mas afinal, pra que serve um BTC hoje?

A ideia inicial de Nakamoto foi mudando ao longo dos anos.

Se na primeira fase ela era usada para pequenas transações entre pessoas, na segunda ela começou a ser utilizada no mercado negro, na Deep Web, para a comercialização de produtos, digamos, não muito legalizados.

No entanto, com a adesão do público e sua popularização, ela saiu dos porões da internet e foi ganhando o papel de reserva de valor, uma espécie de “ouro digital”, e de ativo financeiro. Claro que sua cotação é muito mais volátil que a do metal, mas sua valorização tem sido extraordinária nos últimos anos.

Além disso, o bitcoin abriu as portas para um novo mercado de investimentos, com o surgimento das chamadas Altcoins.

Como assim, além de bitcoin tem também Altcoin?

Com o sucesso do bitcoin, ativos semelhantes foram criados na sua esteira. Assim nasceram muitas Altcoins, que nada mais são que criptomoedas alternativas ao bitcoin.

Você acreditaria se eu dissesse que hoje existem mais de 9 mil criptomoedas? Pois é! Mas, aqui, vale um alerta: a grande maioria não é confiável, e poucas terão chances reais nesse mercado. Portanto, se você está começando a se aventurar nele agora, não recomendo que tente encontrar “o novo bitcoin”.

A imagem abaixo, extraída do site Coinmarketcap, mostra os dez maiores criptoativos do mundo:

Fontes: Coinmarketcap e Spiti

Veja que o BTC lidera. Atualmente, a capitalização total do mercado de criptomoedas gira em torno de US$ 1,8 trilhão, mas somente o bitcoin detém cerca de US$ 1,1 trilhão, com participação de mercado de 60%. A capitalização da segunda maior criptomoeda, a ethereum (ETH), está em volta de US$ 212 milhões.

Para se ter uma ideia do tamanho desse mercado, quando comparamos o BTC com metais preciosos e as maiores empresas do mundo, ele aparece em 8º lugar, atrás da prata e do Google, e na frente da Tesla e do Facebook.

Além disso, o BTC vem movimentando, em média, mais de US$ 50 bilhões por dia, cerca de um terço do valor das movimentações da Bolsa de Nova York, a maior do mundo.

A escalada dos preços

O mais curioso é que, conforme suas fases foram mudando, mais valor foi agregado ao bitcoin.

Fontes: https://medium.com/@100trillionUSD/ e Spiti

O gráfico acima demonstra o aumento do valor do bitcoin em cada fase. Observe que ele está muito próximo ao da prata.

Uma explicação para isso vem da teoria da escassez. O BTC possui uma corrente finita, isto é, sua produção tem um limite de moedas de 21 milhões de unidades.

Com cada vez mais gente querendo comprá-lo, ele torna-se escasso e mais valioso com o passar do tempo.

O que acontece a cada quatro anos…

Sei que já mencionei muitos termos técnicos neste relatório-presente, e agora o papo vai ficar ainda mais complexo. Mas prometo seguir o exemplo da velha-guarda da Spiti e ser o mais didático possível. Vamos lá!

Para aumentar a sua escassez, o BTC é programado para diminuir a emissão de moedas a cada 210 mil blocos minerados, e isso ocorre a cada quatro anos aproximadamente. O gráfico abaixo nos ajuda a entender melhor o fenômeno:

Fontes: bashco.github.io e Spiti

A redução da remuneração (“prêmio”) dos mineradores – quem opera as transações de bitcoins de pessoa para pessoa – é representada pela linha laranja do gráfico, e é conhecida como Halving.

No Halving de abril 2020, a recompensa dos mineradores caiu de 12,5 BTC por bloco transacionado para 6,25 BTC. A cada Halving, o prêmio se reduz pela metade, o que diminui a oferta de bitcoin e, consequentemente, aumenta sua demanda. Além disso, esse evento torna o BTC um ativo minimamente inflacionário devido à sua produção limitada.

Até o momento, tivemos apenas três Halvings e, após o início de cada um deles, o BTC começa a sua corrida de uma expressiva alta, que dura cerca de um ano. É o que estamos vivendo agora (só de janeiro para cá, a valorização foi de mais de 140%) e deve durar até o segundo semestre de 2021.

Esse período forte de alta é seguido por um de baixa (com quedas às vezes realmente bruscas) e um de lateralização e, por fim, por um período de leve alta, que antecede o próximo Halving e mais uma explosão de valorização.

Lembre-se dos bonsais e tenha paciência.

Embora você possa aproveitar o final deste último Halving e lucrar no curto prazo, minha recomendação aqui é que você invista em bitcoins para o longo prazo. Assim como os bonsais exigem cuidados diferentes a cada estação do ano, o bitcoin também funciona de maneira diferente a cada período do ciclo. O importante é que, no final, ele mantém a tendência de alta, o que acredito que se seguirá nos próximos anos.

Por que, Thales?

Por dois principais motivos:

No Brasil, as exchanges sofrem fortes regulamentações da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, e são obrigadas a reportar todas as movimentações dos clientes periodicamente.

Neste ano, logo que foi aberto o programa da declaração do Imposto de Renda, notamos que já está disponível um campo específico para a declaração dos criptoativos – bitcoins e afins.

E não é só no Brasil, claro. No mapa abaixo, fica evidente que o mercado das moedas digitais é legalmente aceito na maior parte do mundo:

Fontes: coin.dance e Spiti

Fora da órbita de normas e regulamentos, está a aceitação das moedas digitais pelo mercado tradicional. Em 2017, quando foi o último pico do bitcoin, a aceitação não era ainda tão alta.

Mas nos últimos dois anos, a coisa mudou. Já existem fundos de bancos tradicionais investindo em criptomoedas.

Recentemente, o megaempresário Elon Musk estampou as capas dos principais jornais de finanças e tecnologia mundo afora. Sua companhia, a Tesla, anunciou a compra de US$ 1,5 bilhão em bitcoin. A empresa também passará a aceitar pagamentos em BTC em troca de seus produtos.

Essa ação pode inspirar outras empresas a fazerem o mesmo, o que valorizaria ainda mais o ativo.

Por isso acredito que ainda vale (e muito) comprar bitcoin!
Quer saber como e quanto investir?

Assim como no mercado tradicional de ações precisamos escolher uma corretora, para moedas digitais devemos abrir conta em uma exchange – como é chamada a corretora dos criptoativos. Mas diferentemente do que acontece com ações, em que todas as corretoras têm o mesmo book de ofertas, as criptomoedas não possuem um local que reúna todas as operações.

Por isso, cada exchange tem preços diferentes, já que as negociações ocorrem apenas entre os seus próprios clientes. Para escolher a melhor, tudo depende do seu perfil e como você quer se relacionar com o universo dos criptoativos. Como esse é um papo longo, deixemos para uma próxima ocasião!

Quanto ao valor a ser investido, tendo em vista que estamos diante de um mercado extremamente volátil, não podemos encarar o BTC como reserva de valor. Dessa forma, não aconselho que você coloque uma parcela grande do seu suado dinheiro nesse investimento – você pode começar com algo entre 1 a 3%.

Antes de me despedir (mas só por enquanto!)…

Ao contrário dos bonsais, que são uma arte milenar, datada de 700 a.C., a história dos criptoativos é ainda nova e requer bastante estudo e atenção. Mas uma coisa é certa: o bitcoin veio para ficar!

Se você tem vontade de se expor ao mercado de criptomoedas, mas possui algum receio ou não consegue filtrar as informações que são realmente relevantes sobre este mercado, conte comigo e com o meu time na Spiti! Estamos prontos para auxiliá-lo no que for preciso para desbravar esse novo universo.

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Um abraço,

Thales Inada

<strong>Thales Inada</strong>
Thales Inada

é o especialista de criptoativos e investimentos alternativos da Spiti. Iniciou nesse mercado em 2017, com passagem pelas principais exchanges, como a Binance – a maior do mundo -, a XDEX – antiga exchange do grupo XP, e pela maior da América Latina, o Mercado Bitcoin. Tem como missão traduzir essa nova modalidade de investimentos, tornando esse mercado revolucionário acessível para todos. Quer colaborar e acelerar a evolução do sistema financeiro tradicional.


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Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

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