três fundos que

combinam muito entre si

O que é um sábado de manhã ideal para você?

Para mim, é sentar no sofá na companhia de uma generosa xícara de café coado, uma manta bem quentinha e um bom livro. A sensação é, de verdade, maravilhosa. É aquele momento de deixar para trás a intensidade da semana que passou (empreendedoras e empreendedores entenderão), e recarregar as energias para a próxima.

Gosto de passar horas mergulhada nas páginas dos livros – que, no sábado, em geral em nada têm a ver com investimentos (no máximo, algum sobre finanças comportamentais). A ideia é realmente transportar o pensamento para outros tempos e espaços, no embalo daquele aroma irresistível de café puro passado na hora.

Virou um ritual – mesmo quando fujo do agito de São Paulo aos finais de semana, vou atrás de uma rede, uma poltrona ou qualquer cantinho aconchegante para cumpri-lo. Até pó de café levo nas viagens (não posso correr o risco de ficar sem!).

Resumindo: sábado de manhã combina com livro, que combina com café, que combina comigo enrolada numa manta, sentada no sofá. Um é complemento do outro – e se algum deles faltar, o meu ritual já não é mais o mesmo.

Poderia passar anos assim, mas o Getúlio, meu cachorro, sempre me faz voltar à realidade quando vem pra perto de mim com aqueles olhos gigantes, querendo saber onde foi parar a sua bolinha.

Combinações perfeitas não são privilégios dos meus sábados de manhã. No mercado financeiro, há combinações tão boas quanto – e é sobre isso que vou falar com você.

Hoje vou apresentar três fundos de ações que, combinados, formam uma sintonia bem interessante para a sua carteira de renda variável.

Assim como o café, o livro e a mantinha, os fundos recomendados neste relatório-presente têm gestores e características bem diferentes entre si (porém, incrivelmente complementares).

Há outras combinações possíveis com excelentes fundos? Com certeza. Escolhi essa para compartilhar com você hoje por ser um dos poucos combos de alto nível possível de ser feito com menos de R$ 10 mil – um total de R$ 6.500 para ser mais precisa.

É, portanto, uma ótima forma de começar a investir bem em fundos de ações – tão bom quanto café com livro e mantinha.

Mas, antes, muito prazer! 

Sou Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 40 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, “casa” em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: minha equipe e eu temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, seja qual for a gestora ou corretora. Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a integrar o grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

Somos independentes porque quem paga pelo nosso trabalho são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Você não está pagando nada por este conteúdo – ele é uma amostra grátis para conhecer o nosso trabalho. 

Agora, vamos voltar ao que interessa?

Investir em fundos de ações é uma excelente forma de investir na Bolsa com qualidade sem ter que dedicar muito tempo a isso.

É por meio deles que gestores profissionais selecionam as melhores empresas para você investir, portanto, não há necessidade de colocar a mão na massa – basta escolher os fundos que têm estratégias alinhadas com os seus objetivos enquanto investidora ou investidor.

Mas, para investir nesses fundos, é importante separar aquele dinheiro que pode esperar. Afinal, todos eles compartilham de uma importante característica: sacodem. Não recomendo que você aloque neles o dinheiro para o curto-prazo (idealmente, em todos os fundos de ações, você deve ficar pelo menos três a cinco anos).

Um alerta: janelas pequenas de tempo mostram apenas uma fotografia da performance de um fundo, e não o filme completo. Portanto, invista o seu dinheiro em ao menos três fundos de uma mesma categoria, acompanhe periodicamente, mas tenha em vista um horizonte de pelo menos, cinco anos.

São em janelas maiores que conseguimos verificar as melhores performances dos fundos de ações em relação à média do mercado (quando comparamos ao Ibovespa – principal referência de Bolsa –, por exemplo).

Você já sabe duas regras minhas para investir bem em fundos de ações: horizontes longos e aplicar em ao menos três produtos ao mesmo tempo, para não ficar dependente do acerto de apenas uma equipe de gestão.

Vamos à terceira regra: não concentre todo seu patrimônio em Bolsa. Na minha alocação estrutural, defendo que você não passe de 30%. E, se for a sua primeira vez, comece por um percentual menor.

Combinar é o verbo da vez!

Alguns fundos de ações focam em empresas extremamente sólidas, com uma gestão impecável, em mercados já consolidados. Outros, em empresas que estão “no momento de virada”, isto é, que são “patinhos feios” nos seus setores, pouco líquidas, mas que indicam dar a volta por cima. Há ainda aqueles que consideram critérios ESG – de sustentabilidade, sociais e de governança – para adicionar empresas ao seu portfólio.

Isso não significa que uma estratégia é melhor do que a outra, mas, sim, que combinar fundos diversos pode ser benéfico para a sua carteira. Quando um fundo de ação estiver passando por momentos difíceis (sim, acontece, o mercado é cíclico!), você pode ter outros em bons momentos .

Vão existir momentos melhores para ação de mais qualidade, assim como outros para ações menos líquidas, outros para ações estrangeiras… por isso, com gestores diferentes, você pode explorar vários momentos do mercado.

Três é um número que considero interessante para começar – e não só com fundos de ações. Recomendo montar carteiras trinas para fundos multimercados também, por exemplo. Hoje, isso só é possível porque os mínimos dos fundos baixaram consideravelmente (e fico feliz em saber que a atuação da Spiti teve contribuição direta com esse cenário).

Então, para que você consiga montar o seu trio com o menor dinheiro possível, selecionei fundos que estão disponíveis em diferentes corretoras e que têm aplicações mínimas baixas em relação à média do mercado.

Vamos lá?

BRASIL CAPITAL 30 FIC AÇÕES:
o carro-chefe é a resiliência


Especialista em Bolsa, a gestora Brasil Capital foi criada no início de 2008. A equipe toca uma única estratégia, ou seja, dedica a vida a escolher cerca de 15 empresas na Bolsa para compor o portfólio – isso depois de gastar bastante sola de sapato para visitar as companhias, seus fornecedores, concorrentes e escolher quais têm potencial para superar o retorno médio do mercado.

São ao menos três meses de estudo do momento em que uma ação se torna candidata ao portfólio até ela efetivamente fazer parte dele.

As ações entram como um investimento pequeno e, dependendo de como for a sua performance, ganham espaço com tempo na carteira. Depois desse período, as companhias escolhidas podem ter suas ações sob o guarda-chuva do fundo por bastante tempo.

A Brasil Capital era, nos seus primórdios, praticamente um family office (escritório dedicado a administrar fortunas familiares) da família fundadora do grupo Votorantim. Um dos sócios-fundadores era José Eduardo Ermírio de Moraes, mais conhecido como Duda, sobrinho-neto do empresário Antônio Ermírio de Moraes.

Uma fatalidade tirou a vida de Duda, aos 30 anos, pouco tempo depois de eu ter conhecido a equipe da gestora, em 2013. Um acidente de avião executivo tirou a vida do jovem gestor, o que me deixou em choque à época. A perda foi um baque e um teste de resiliência para a equipe, que precisou se reerguer depois da tragédia.

Duda, esteja lá onde estiver, certamente está orgulhoso de seu legado: reuniu amigos extremamente competentes nesta que é hoje uma das mais reconhecidas gestoras de fundos de ações brasileiras.

À frente da casa temos um mix do que há de melhor no mercado de fundos. André Ribeiro, CIO (diretor de investimentos) e Juliana Klarnet, responsável pela relação com investidores, vieram da Fama.

Da Credit Suisse Hedging Griffo (CSHG), saíram Ary Zanetta e Bruno Baptistella, que trabalharam no passado lado a lado com o mestre Luis Stuhlberger, gestor do lendário fundo Verde.

André, Ary e Bruno trabalham juntos na seleção de ações há nove anos, o que é uma das características mais desejáveis em uma equipe de gestão.

Desde o início da Brasil Capital, a rentabilidade acumulada do fundo é de 1.688%, e o acumulado do Ibovespa no mesmo período é de 229% – uma performance realmente fora da curva.

É uma recomendação que faço sem medo, inclusive para quem está começando a investir em Bolsa, dada a preocupação da casa com a qualidade das empresas que entram na carteira.

Os gestores gostam de comprar competidores que se destacam em mercados concentrados, com barreiras de entrada altas – ruim para consumidores, ótimo para investidores. E, assim como dentro de casa, consideram a qualidade da equipe de gestão da empresa um fator determinante para que ela entre ou não no portfólio.

Veja abaixo tudo o que você precisa saber para investir no fundo:

Fonte: Spiti

Vamos ao próximo?

IP PARTICIPAÇÕES IPG FIC AÇÕES BDR NÍVEL I:
um pé aqui, outro lá fora


Certamente há muitas pessoas que ainda devem pensar que um negócio milionário ou bilionário parte de um capital inicial já grandioso. A maior prova de que esse pensamento é equivocado é mais uma gestora que começou com o investimento de US$ 10 mil (que, convertidos, hoje em dia mal compram um carro popular zero-quilômetro no Brasil).

O ano era 1988, quando a internet ainda era pouco acessível aos simples “mortais”; a vida não era nada fácil no quesito acesso à informação.

A IP Capital Partners, antiga Investidor Profissional, fundada por Christiano Fonseca Filho e Roberto Vinhaes, muito jovens à época, surgiu justamente nesse cenário, como uma newsletter semanal aos investidores. A gestora foi a primeira empresa independente de gestão constituída no Brasil, como prova de que trabalho duro, diligência e talento fazem toda a diferença no negócio.

O primeiro fundo da casa, o IP Participações, acumula rentabilidade de 23.479% desde julho de 1994. No mesmo período, o Ibovespa subiu uma fração disso: 3.384%.

Um diferencial do fundo é que ele investe também em empresas estrangeiras por meio dos BDRs (do inglês, Brazilian Depositary Receipts, que são recibos de ações de companhias estrangeiras negociadas na Bolsa local): uma ótima maneira para se expor ao mercado lá fora e controlar o risco da exposição meramente ao mercado nacional.

Isso faz com que você possa ter, lado a lado no fundo, ações como Google e BR Malls, a rede brasileira de shopping centers.

Outra característica marcante do fundo acerca da composição da carteira é que ele  mantém com frequência uma pequena posição investida em ouro (ou em empresas mineradoras do metal no exterior). Em caso de cisnes negros, eventos raros, inesperados, e de alto impacto, o metal tende a se valorizar, protegendo o resto da carteira e gerando recursos para comprar ações baratas.

Quer saber mais empresas que estão na carteira mais recente divulgada pela gestora? Tenho certeza de que você vai se empolgar: além da gigante Google, estão lá a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett (um dos maiores investidores do mundo), Facebook e Netflix, entre outras.

Na frente brasileira, tem ainda Multiplan, Hapvida e B3. Uma marca da casa é buscar ações de empresa de excelente qualidade, com equipes de gestão de alto nível.

Por toda a história e experiência da gestora no mercado, depois de ter passado por momentos de crises e euforia, considero a IP um excelente nome para se ter em conta – mesmo que você seja iniciante na Bolsa. Eu mesma tenho o fundo na minha carteira pessoal há anos.

Abaixo, tudo o que você precisa sobre o fundo:

Fonte: Spiti

Por fim…

HIX CAPITAL INSTITUCIONAL FI AÇÕES:
gente certa é gente aberta


Aqui temos um representante entre os fundos que surgiram a partir de um clube de investimentos basicamente entre amigos e familiares.

Os irmãos Gustavo e Rodrigo Heilberg, gestores da HIX Capital, têm uma história pregressa que faz toda a diferença na hora de atuar no mercado financeiro: herdeiros do grupo Scalina, que é detentor das marcas Scala e Trifil, eles atuaram diretamente na gestão das empresas da família, líderes de mercado em seu segmento.

O clube deu tão certo que Gustavo deixou a diretoria de varejo e novos negócios e Rodrigo a diretoria financeira do grupo para fundarem a HIX Capital.

A gestora tem o DNA da economia real, justamente por eles já terem estado do lado de lá do negócio. A equipe busca oportunidades de investimento em empresas de qualidade e com alto potencial de valorização, não importando muito o tamanho delas, tampouco o nível de liquidez de seus ativos.

Na prática, entretanto, um terço do retorno histórico vem de small caps, um terço de mid e um terço de large caps (ações de empresas com baixa, média e alta capitalização no mercado, respectivamente). Por isso, gosto da gestora para a pitada de maior risco do portfólio de Bolsa, aquela que vai fazer o não trivial.

O fundo investe em aproximadamente 15 companhias, sendo que de cinco a sete representam mais de 50% da carteira e preserva suas características desde o seu surgimento – majoritariamente comprado em ações.

Desde o início da estratégia na gestora, em 2012, o retorno é de 308%, contra 123% do Ibovespa.

Veja abaixo todos os detalhes do fundo, o mais jovem dos nossos escolhidos:

Fonte: Spiti

Se você chegou até aqui, percebeu que a aplicação mínima de cada um dos fundos é diferente (Brasil Capital é R$ 500,00, IP Participações, R$ 1.000,00, e HIX, R$ 5.000,00). E acredito que você possa estar com algumas dúvidas:

1. Quanto devo alocar em cada um deles?

Recomendo que mantenha posições iguais nos três – divisão igualitária mesmo.

Porém, caso o seu patrimônio seja um pouco mais gordo, sugiro que diminua a posição no HIX, e aumente no Brasil Capital e IP Participações.

Aproveito para lembrar que não recomendo investir todo o seu patrimônio em fundos de ações (até 30%). E, se o volume for relevante, prefira diversificar em mais do que três fundos.

2. E se eu não puder ter todos os três agora, devo começar com apenas um?

Isso mesmo! Não desanime e comece pequeno.

Minha sugestão é, dentre os três fundos recomendados aqui, começar pelo IP Participações. É um fundo muito focado em qualidade e com um histórico bastante longo.

Antes de me despedir (por enquanto)…

Não abro mão dos meus sábados de manhã, acompanhados do meu trio predileto: café preto, mantinha e um bom livro. Não abro mão, também, de combinações nas carteiras que compõem o meu portfólio de investimentos.

Combinar significa trazer o melhor de cada coisa, balanceando suas qualidades e particularidades. É assim com arroz e feijão, café com leite, e, por que não, fundos de ações.

Diversificar a sua carteira é buscar bons retornos sem correr riscos desnecessários. Conte comigo e com todo o time da Spiti para pensarmos, juntos, no que faz sentido para os seus planos de investimento.

E lembre-se: a paciência é a principal virtude que investidores de Bolsa devem cultivar.

Se você puder tirar mais um minuto e me dizer se as informações e recomendações que eu dei acima ficaram claras, por favor, clique no botão abaixo e me responda algumas perguntinhas?

Isso é fundamental para que eu saiba se estou no caminho certo.

Basta clicar no botão abaixo:

Até a próxima!

Um abraço,

Luciana Seabra 

<strong>Luciana Seabra</strong>
Luciana Seabra

é CEO da Spiti, CFP® (planejadora financeira certificada), analista CNPI, jornalista e mestre em Economia. Escreveu para o Valor Econômico e foi sócia da Empiricus. Especialista em fundos de investimento, publicou o livro Conversas com gestores de ações brasileiros, editado pela Companhia das Letras. Foi premiada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelo seu trabalho de educação ao investidor.


Gostaria de acessar outros relatórios como este?
Então conheça a Spiti!

Sou a Luciana Seabra, CEO da Spiti, e misturei duas formações, em Comunicação e Economia, com o propósito de ajudar as pessoas a ganharem mais dinheiro investindo melhor. Também sou analista CNPI e planejadora certificada CFP®.

Reuni 42 pessoas em torno do mesmo propósito para construirmos juntas, começando em setembro de 2019, uma casa de análise regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujo objetivo é fazer recomendações de investimentos com alto potencial de acerto, em uma linguagem acessível a todos. O nome dela é Spiti, casa em grego – porque investimento não é nada de outro mundo, mas, sim, algo que se discute de forma cotidiana, caseira, próxima.

Uma condição é decisiva para nós: eu e minha equipe temos independência total para recomendar apenas os produtos em que acreditamos, não importa em que gestora ou corretora.

Você vai ver essa independência ao acompanhar nosso trabalho.

É isso que fazemos aqui na Spiti. Ao receber este nosso relatório-presente, você passa a fazer parte do grupo de pessoas que têm acesso a orientações de investimento de alto nível e em bom português. Um grupo ainda seleto, mas que, se depender da gente, vai se ampliar cada vez mais.

Somos independentes porque quem paga pelo trabalho meu e de minha equipe são os assinantes das nossas séries. Jamais somos comissionados pelos produtos que recomendamos.

Você não está pagando nada por este conteúdo – ele é uma amostra grátis para conhecer o nosso trabalho.

Até mais!

Luciana Seabra e Spiti


Disclaimer. Este relatório de análise foi elaborado pela Spiti Análise Ltda. (“Spiti Análise” ou “Spiti”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM nº 20, de 25 de fevereiro de 2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Spiti Análise não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelos assinantes com base no presente relatório. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Spiti Análise e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Spiti Análise estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da Spiti Análise. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de investidor. Antes de qualquer decisão, os assinantes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Spiti Análise. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Spiti. A Spiti se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.